Dia a dia

Vizinhos de índios venezuelanos denunciam uso drogas e prostituição no Coroado

Os indígenas venezuelanos estão no abrigo desde o fim do último mês – Ione Moreno

Há menos de um mês abrigados na sede do Acolhimento de Adultos e Famílias, localizado no bairro Coroado, Zona Leste, os índios venezuelanos já criaram um sentimento de revolta nos moradores do entorno do abrigo, devido aos comportamentos inadequados e agressivos. Além disso, a falta de cuidados com as crianças indígenas está preocupando os populares, que temem por acidentes fatais envolvendo os menores.

Na última terça-feira (20), o vereador Fred Mota relatou no plenário da Câmara Municipal de Manaus (CMM) que, após receber algumas denúncias, foi até o bairro apurar os fatos. Na ocasião, os comerciantes da Feira do Coroado relataram que os índios estariam consumindo drogas, bebidas alcoólicas e se prostituindo, no período da noite, em uma área que fica atrás da feira.

“Segundo o que foi me passado pelos próprios feirantes, eles estariam pegando o dinheiro que as índias arrecadam durante o dia, oriundos de esmolas, para comprarem drogas e bebidas. A feira está abandonada, com muitos boxes vazios e após as 19h começam os “paredões”.

 

Uma moradora que preferiu não se identificar, comentou que quase todos os dias os índios se envolvem em brigas e confusões com traficantes do bairro. Segundo ela, depois da transferência deles para o abrigo, o entorno da feira virou baderna e terra sem lei.

“Confirmo tudo o que os feirantes falaram. Eles promovem uma verdadeira orgia atrás da feira. Rola de tudo lá. Nunca pensei que essa fosse a cultura deles. Não tem um dia que eles não se envolvam em briga. No último fim de semana, um deles quase morreu durante uma confusão com um traficante. Só vejo reclamação do povo em relação aos índios. Estou até atrás de outro lugar para morar”, desabafou a moradora.

A Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas) informou que está ciente da situação e que vem realizando ações de conscientização em parceria com outros órgãos estaduais, municipais e federais para amenizar o problema. Na oportunidade, a Seas destacou que não pode interferir nas escolhas e nas atitudes tomadas por eles fora do abrigo.

Gerson Freitas
EM TEMPO

1 Comment

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  1. Ana

    23 de junho de 2017 at 11:18

    Lamentável mesmo, já não basta os daqui fazendo tudo isso.
    Deveria da uma alerta pra ele o eles se comportar, ou manda todos de volta pra Venezuela sem poder voltar, pois estão causando transtornos.
    Aí eles escolhe em passar fome pra lá ou ficar tranquilo aqui.

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