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Vigilantes de terceirizada fazem manifestação por melhores condições de trabalho, em Manaus

O ato ocorreu nas avenidas Cupiúba e Abiurana, no Distrito Industrial de Manaus- foto: divulgação

Um grupo de vigilantes realizou uma manifestação na manhã desta quinta-feira (30), para reivindicar melhores condições de trabalho. O ato ocorreu nas avenidas Cupiúba e Abiurana, no Distrito Industrial de Manaus, Zona Sul, em frente às fábricas, onde os vigilantes da terceirizada atuam.

Conforme o presidente da Associação dos Vigilantes do Amazonas (Asvam), André Vieira, a categoria cobra o pagamento das férias vencidas e o vale-transporte, que não está sendo repassado para os funcionários.

“Estamos fazendo essa manifestação para que os contratantes do serviço desses vigilantes tomem ciência do fato. Acreditamos que os diretores dessas fábricas estão pagando, porém a terceirizada não está repassando o dinheiro para os funcionários”, pontuou Vieira.

O presidente da Asvam disse ainda que a paralização informada pelo Sindicato dos Empregados em Empresas de Segurança e Vigilância de Manaus (Sindvam), ainda não foi definida, mas afirmou que apoia a decisão do sindicato e, caso haja deliberação, também irá cruzar os braços.

Na última segunda-feira (27), o secretário do Sindvam, Paulo Dora, juntou cerca de 300 vigilantes em uma paralização de advertência contra a decisão do governador José Melo em trocar os seguranças dos órgãos por vigilantes.

De acordo com o secretário, se a troca dos vigilantes por porteiros acontecer, cerca de quatro mil funcionários vão perder o emprego. O secretario afirmou também que os agentes de portaria não estão preparados para fazer o trabalho que um vigilante faz.

“O Governo do Estado alega que hoje é mais barato contratar vigia ou porteiro. Já foi diminuído 20% dos vigilantes, e isso já trouxe efeito. A quantidade de locais públicos de pedrados aumentou”, ressaltou na ocasião, acrescentando que se “fizer um comparativo, a segurança privada não é cara em relação à contratação de porteiros ou vigias”.

*Colaborou Asafe Augusto

Por Conceição Melquíades

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