Política

Vereadora evangélica pede votação da ‘Lei da Encoxada’ na Câmara de Manaus

Ao defender a jornalista Caroline Apple, vítima de abuso sexual em São Paulo, Pastora Luciana (PP) também chamou atenção para o Projeto de Lei (PL) 066/2015, de sua autoria – foto: divulgação

Ao defender a jornalista Caroline Apple, vítima de abuso sexual em São Paulo, Pastora Luciana (PP) também chamou atenção para o Projeto de Lei (PL) 066/2015, de sua autoria – foto: divulgação

Após o episódio em que a jornalista Caroline Apple, foi assediada dentro de um metrô em São Paulo, a Pastora Luciana (PP), que é a autora da ‘Lei da Encoxada’ usou a tribuna da Câmara Municipal de Manaus (CMM), nesta segunda (1º).

A ideia era reforçar o Projeto de Lei (PL) 066/2015,  que determina que todos os assentos dos transportes coletivos de Manaus sejam destinados preferencialmente para o uso de mulheres, idosos, obesos, gestantes e pessoas com deficiência.

“É lamentável vivenciarmos essa violência contra as mulheres nos dias de hoje, e é sub-humano um fato desses acontecer em pleno século 21 e nenhuma medida ser tomada. Vejam que absurdo, além da ‘encoxada’, o agressor ainda ejaculou na calça da jornalista e isso poderia acontecer aqui em Manaus, com qualquer uma usuária do transporte público”, enfatizou a vereadora.

A vereadora também protocolou na casa legislativa, uma moção de solidariedade à jornalista Caroline Apple, em razão do abuso sexual que sofreu no metrô e pediu o apoio de todos os vereadores para a aprovação do PL.

Uso preferencial

Pastora Luciana alegou que todos os assentos instalados nos veículos dos serviços de transporte público coletivo regular e complementar do município de Manaus devem ser destinados para uso preferencial, por passageiros do sexo feminino, idosos, obesos, gestantes, pessoas com deficiência e pessoas com limitação temporária de locomoção.

“É sabido que a legislação municipal já garante que alguns poucos assentos sejam reservados para uso por gestantes, idosos e deficientes físicos. Infelizmente, não é incomum depararmos com cenas nos coletivos, em que idosos, deficientes e gestantes viajam em pé, pela ocupação dos poucos lugares reservados, na maioria das vezes por passageiros não afeitos [sic] a esse direito”, explicou a vereadora.

Por Karine Pantoja (Jornal AGORA)

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