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Com cem filiados no Amazonas, partido Rede vive de doações

O empresário Stanley Braga (2º à esq.) é filiado ao partido e responsável pelo aluguel da sede – foto: Diego Janatã

 

Cedida por um empresário, a sala de um prédio localizado no conjunto Vieiralves, Zona Centro-Sul, abriga há um ano a sede da Rede Sustentabilidade do Amazonas, partido da ex-senadora Marina Silva que não possui registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

 

Sem direito ao fundo partidário, a Rede diz que está com as contas “no vermelho”, sobrevivendo das doações de seus pouco mais de cem filiados na capital. Clandestina, a agremiação oficializará no próximo domingo o apoio à chapa majoritária do PSB durante a sua primeira convenção partidária.


Desde a sua formação informal, em fevereiro do ano passado, a Rede se reúne semanalmente no espaço emprestado pelo empresário de refrigeração Stanley Braga, filiado à sigla e que se responsabiliza ainda pelas contas de água e luz do local.

 

A agremiação não conta com figuras como a do tesoureiro, presidente e secretários e diz que procura “fugir” da “velha estrutura partidária”, nomeando apenas dois porta-vozes oficiais para chefiar as mesas de discussão: o professor de ciência política Tacius Fernandes e a servidora pública Juliana Valente.


Apesar do registro de cem militantes na capital, a agremiação atua como um partido independente e clandestino, como se definem. Sem direito a receber o fundo partidário, recurso que mantém com dinheiro público as siglas devidamente registradas no Brasil, Tacius e Juliana usam seus próprios recursos para bancar viagens aos encontros do partido. Lá, o aperto começa até pelo “lanchinho”, como diz Valente.


“A Rede nunca precisou de muita coisa. Quando vamos nos reunir, nós fazemos a cotinha para o lanche. É tudo muito coletivo, afinal a nossa motivação é a causa que nos une e não os recursos materiais. A nossa ideologia é que todos participem”, disse.


A mesma situação é vivenciada pela Executiva nacional da sigla que, para custear viagens e eventos do partido, Marina tem contado com velhos seguidores de suas ideologias, como os empresários Gilberto Leal, fundador do Grupo Natura, e Neca Setúbal, filha do falecido banqueiro Olavo Setúbal e detentora de 3,5% das ações da holding do grupo Itaú. O apoio vem ainda dos diretórios regionais do PSB, aconselhados a ajudar a Rede sempre que possível.


Composto por intelectuais, professores, artistas e poucos empresários, o tímido corpo de filiados da agremiação na capital não incomoda aos “marineiros”, que dizem se importar mais com a qualidade da formação. “A Rede não é um partido de fato, não temos registro, não temos legenda, nem mesmo tempo de TV, portanto, cem filiados é muita coisa”, disse Tacius.


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