Dia a dia

Vacinação antirrábica na área rural entra na última etapa da campanha

A meta é imunizar aproximadamente dez mil animais nesta etapa, que foi iniciada no dia 25 de abril e segue até 28 de julho - foto: José Nildo/Semcom

A meta é imunizar aproximadamente dez mil animais nesta etapa, que foi iniciada no dia 25 de abril e segue até 28 de julho – foto: José Nildo/Semcom

A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) já iniciou a etapa rural da Campanha Anual de Vacinação Antirrábica deste ano. A meta é imunizar aproximadamente dez mil animais nesta etapa, que foi iniciada no dia 25 de abril e segue até 28 de julho.

O diretor do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), José Horácio, informa que a campanha na zona rural está dividida em quatro localidades. Já foram visitadas as comunidades ribeirinhas localizadas no rio Amazonas, entre 29 de abril e 05 de maio. Desde 25 de abril está acontecendo nos ramais e vicinais da rodovia AM-010, com previsão de término até o dia 10 de junho.

As próximas a serem visitadas pelos vacinadores serão as situadas às margens do rio Negro, de 18 a 24 de maio, seguida das localizadas nos ramais e vicinais da BR-174, entre 13 de junho e 28 de julho. Os animais não precisam ter cartão de vacinação. Um certificado é entregue no momento da aplicação da dose. “Até agora foram vacinados 833 cães e gatos”, informou o diretor.

Sobre a raiva

A raiva é uma doença causada por vírus do gênero Lyssavirus que ataca o sistema nervoso (cérebro, medula espinhal e nervos) dos mamíferos. O vírus é temporariamente eliminado principalmente pela saliva do animal doente e, geralmente, é transmitido quando um infectado morde, arranha profundamente ou lambe a pele lesionada de outro animal ou pessoa.

Os sintomas da raiva podem demorar a aparecer, mas quando o vírus atinge o sistema nervoso do animal, este pode apresentar sinais, de forma progressiva e rápida, como mudança brusca de comportamento (inquietação, andar sem rumo, agressividade e isolamento); “tiques” como se estivessem mordendo o ar; salivação abundante; dificuldades para engolir; fotofobia (aversão à luz); mudanças nos hábitos alimentares; e paralisia das patas traseiras.

Com informações da assessoria

Comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Subir