Economia

Urbanitários realizam manifestação contra privatização da Eletrobras Amazonas Energia

A concentração para a manifestação ocorreu às 14h30, na Praça Heliodoro Balbi, conhecida como ‘Praça da Polícia’ - foto: divulgação

A concentração para a manifestação ocorreu às 14h30, na Praça Heliodoro Balbi, conhecida como ‘Praça da Polícia’ – foto: divulgação

Trabalhadores da Eletrobras Amazonas Energia realizaram na tarde desta sexta-feira (15), um ato público contra a proposta de privatização da concessionária. A concentração para a manifestação ocorreu às 14h30, na Praça Heliodoro Balbi, conhecida como ‘Praça da Polícia’ e o ato realizado às 16h30, na sede da Eletrobras , localizada na avenida Sete de Setembro, no Centro da capital.

Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas do Estado do Amazonas (STIUAM), Edney Martins,  o ato está sendo realizado como forma de alerta para a sociedade. “Essa manifestação é uma forma de esclarecer para a população o impacto que será para o Amazonas, caso a Eletrobras seja privatizada. O número de apagões no interior vai aumentar, a tarifa da energia elétrica vai subir, além da queda na qualidade do serviço”, relatou.

Conforme o sindicalista, aproximadamente 800 pessoas participaram do ato. Além dos urbanitários, outras categorias como professores, petroleiros e rodoviários também se fizeram presente na manifestação. A venda da concessionária será discutida em uma assembleia geral extraordinária da Eletrobras, marcada para o dia 22 de julho.

A reportagem do EM TEMPO Online tentou entrar em contato com a Eletrobras Amazonas Energia, mas não obteve resposta.

Greve suspensa

Referente a greve dos urbanitários, Edney informou que a paralisação foi suspensa até a próxima segunda-feira (18), quando os servidores participarão de uma assembleia com a estatal. Os funcionários da Eletrobras reivindicam à Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) e a Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Além de reivindicar pela ACT e pela PLR de 2015, a categoria reivindica a reposição de 9,28% da inflação sobre seus vencimentos. Apenas 30% dos urbanitários estão trabalhando.

“Vamos sentar com a Eletrobras para ver se eles atendem a nossas demandas e, caso a proposta apresentada não agrade a categoria, continuaremos com a greve por tempo indeterminado”, explicou o sindicalista.

Por Kattiúcia Silveira

 

 

 

 

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