Dia a dia

Turista é intimada a depor sobre caso de invasão ao Teatro Amazonas

A perícia do local do crime já foi solicitada para verificar se realmente a porta do teatro foi arrombada pelo casal, e o Instituto de Criminalística (IC) tem o prazo de 30 dias para entregar o laudo definitivo - foto: Diego Janatã

A perícia esteve no local e  tem o prazo de 30 dias para entregar o laudo definitivo – foto: Diego Janatã

Suspeita de invadir o Teatro Amazonas, na madrugada da última segunda-feira, na companhia de um amigo Gabriel Gazzana Barros, 33, a turista paulistana Bruna Cúrcio de Pascal, 25, foi intimada nessa quinta-feira (24), a prestar esclarecimentos no 24º Distrito Integrado de Polícia (DIP), no Centro.

O depoimento está marcado para dia 1º de março. Bruna foi alvejada pelo vigilante da empresa Global Service Claudionor Souza Benchimol, 46, e segue internada no pronto-socorro 28 de Agosto, em Adrianópolis, Zona Centro-Sul, onde seus familiares obrigaram a direção do hospital, a assinar um documento desautorizando a unidade de saúde a repassar qualquer informação sobre o estado de saúde da turista.

De acordo com o delegado titular do 24º DIP, Aldeney Góes, a perícia do local do crime já foi solicitada para verificar se realmente a porta do teatro foi arrombada pelo casal, e o Instituto de Criminalística (IC) tem o prazo de 30 dias para entregar o laudo definitivo.

“Eu só vou fazer as autuações quando tiver com o laudo em mãos para atribuir os crimes a cada um. O fato é que a porta estava trancada, agora sobre as versões contraditórias é porque cada um tem o direito de apresentar as suas versões, sendo ela verdadeira ou não”, informou.

Ainda segundo o delegado, Bruna já foi notificada para depor na delegacia, porque é a única testemunha que ainda não depôs no 24º DIP. “O depoimento já está marcado, mas pode ser adiado dependendo do estado de saúde dela. O que tivemos de informação é que ela é casada com outro homem em São Paulo e o vigilante relatou que Bruna e Gabriel estavam em um local escuro do teatro, mas não disse nada se eles estavam mantendo relações sexuais dentro do teatro”, disse o delegado.

Por Ana Sena

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