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Trio representará o Amazonas no Mundial de jiu-jitsu, na Califórnia

Lukas Matheus posa para foto antes do treino - foto: Mauro Neto/Sejel

Lukas Matheus posa para foto antes do treino – foto: Mauro Neto/Sejel

Um trio de cascas grossas embarcou na madrugada de ontem (2), rumo à Long Beach, na Califórnia, para disputar uma das principais competições internacionais da arte suave, o Campeonato Mundial de Jiu-Jítsu, que acontece neste final de semana. De Manaus, Graziela Aguiar, Lukas Matheus e Emanuel Castro, seguiram para a terra estrangeira em busca do lugar mais alto do pódio.

Cinco vezes campeão mundial de Jiu-Jitsu, o amazonense Emanuel Castro já é mais que promessa da arte suave.  Aos 18 anos, o faixa roxa vai para os Estados Unidos focando na conquista do sexto título internacional da carreira. Colecionador de medalhas de ouro, o atleta da academia Checkmat/Helio Rezende segue uma dura rotina de treinos, mais de seis horas por dia, para obter o melhor desempenho no tatame.

“É uma competição difícil e é o campeonato mais importante do ano. Estou treinando mais de seis horas por dia e não quero ser surpreendido”, afirmou o lutador.

Sem conhecer os adversários, Emanuel vai fazer a estreia na categoria 88 quilos, meio-pesado faixa-roxa. Neste primeiro momento, serão mais de 70 atletas em busca do primeiro lugar. “Todos vão competir em caráter eliminatório. Vai ser difícil, mas estou bem preparado”, afirmou.

Irmãos em ação

Pelo peso médio, Lukas Matheus, de 17 anos, disputa a categoria Juvenil II, e vai batalhar pelo bicampeonato. Enquanto isso, a irmã mais nova, Graziela Aguiar, 16, estreia pela faixa azul, na categoria Galo.

“É a primeira vez que nós dois viajamos sozinhos para uma competição internacional, mas vamos cientes da nossa responsabilidade. Um vai dar força para o outro e, se Deus quiser, voltaremos com bons resultados. A competição é difícil, pois tem muito atleta tão bem preparado, mas nossa dedicação e confiança vão fazer a diferença”, destacou Lukas.

Par o Mundial, Graziela teve que enxugar três quilos e mesmo com a expectativa da estreia, ela garante que o nervosismo não será seu principal adversário.

“Eu estava com 47 e fiquei com 44 quilos para me adaptar melhor à categoria. As atletas de fora têm a característica da altura e eu sou pequena, por isso tenho que entrar na vantagem de estar enxuta e assim poder me movimentar mais rápido e com mais técnica. Vou dar o meu melhor e sempre administrando o psicológico”, destacou.

 

Da redação

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