Dia a dia

Trio é preso suspeito de estelionato e associação criminosa, em Manaus

Dois foram detidos após cumprimento de mandados de prisões preventivas, durante a operação da polícia denominada ‘Max’, e o outro suspeito foi preso em flagrante - foto: Arthur Castro

Dois foram detidos após cumprimento de mandados de prisões preventivas, durante a operação da polícia denominada ‘Max’, e o outro suspeito foi preso em flagrante – foto: Arthur Castro

José Francisco de Souza Bezerra, 43, conhecido como ‘Max’, Irailto Santos de Oliveira, 43, e Manoel Franco Filho, 55, foram presos  envolvidos em estelionato e associação criminosa na manhã desta quinta-feira (21). Dois foram detidos após cumprimento de mandados de prisões preventivas, durante a operação da polícia denominada ‘Max’, e o outro suspeito foi preso em flagrante.

De acordo com o titular do 24º Distrito Integrado de Polícia (DIP), Aldeney Góes,  as investigações sobre o grupo forma iniciadas em junho, quando uma das vítimas registrou Boletim de Ocorrência (BO), relatando que havia vendido uma carga de produtos frios para uma pessoa que teria feito um depósito falso em uma agência bancária.

José foi preso na casa dele, localizada na rua Sátiro Dias, bairro São Francisco, Zona Sul. Irailto também foi preso na residência dele, na rua Negreiros Ferreira, no mesmo bairro e Manoel foi preso em flagrante, em um estabelecimento, na avenida Cosme Ferreira,  bairro São José, Zona Leste.

Conforme o delegado, os policias notaram, durante as investigações , que o trio agia sempre da mesma forma, se passando por comprador de produtos e fazia contato com os vendedores que estivessem anunciando em site de compra e venda pela internet.

Os suspeitos se passavam por empresários e diziam morar no interior. Eles propuseram  efetuar a compra através de depósito bancário. Quando iam retirar o produto, eles apresentavam o comprovante como pagamento. Porém, o depósito era feito com um envelope vazio.

O titular do 24º DIP, ao ver imagens das câmeras de segurança dos bancos, percebeu que o líder do grupo, José, já estava sendo investigado por estelionato desde 2015. Mais de dez vítimas foram ouvidas para traçar as características dos autores e aproximadamente 100 pessoas teriam caído no golpe.

Após procedimentos cabíveis o trio foi encaminhado a Cadeia Pública  Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, onde ficará a disposição da Justiça.

Por equipe EM TEMPO Online

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