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Tricolor sofre queda após crise política, mas técnico nega interferência

Treinador negou qualquer interferência da crise política na série de três jogos sem vitórias – foto: divulgação

Treinador negou qualquer interferência da crise política na série de três jogos sem vitórias – foto: divulgação

A crise política nos bastidores do São Paulo parece ter diminuído de intensidade. No entanto, o problema do Tricolor agora são os maus resultados dentro de campo, já que a equipe dirigida por Muricy Ramalho amarga a série de três rodadas consecutivas sem triunfos no Campeonato Brasileiro.

As derrotas para Coritiba e Corinthians e o empate contra o Flamengo foram acumulados justamente depois do ápice da guerra política entre o presidente Carlos Miguel Aidar e seu antecessor, Juvenal Juvêncio, mas o técnico são-paulino negou que os problemas dos bastidores tenham interferido na rotina do time.

“Agora, está tranquilo na política. Foi uma coincidência (a queda de rendimento). O time vinha em um limite muito bom, tendo vitórias seguidas, e sentiu um pouco, mas não tem nada a ver com política”, afirmou.

A turbulência nos bastidores do clube se agravou no dia seguinte à vitória do São Paulo sobre o líder Cruzeiro, na semana passada, com a demissão de Juvenal Juvêncio da direção do futebol amador. Na época, o ex-presidente chegou a dizer que Aidar planejava demissões na comissão técnica, mas o grupo foi mantido sem qualquer alteração.

A explicação de Muricy para o mau momento são os erros cometidos pelo time, que tem a chance de buscar a reação já na noite deste sábado, diante do Fluminense, novamente no estádio do Morumbi. Os tropeços deixaram o Tricolor em terceiro lugar, com 43 pontos, atrás do líder Cruzeiro, com 52, e do novo segundo colocado, o Internacional, com 44.

Por Gazeta Esportiva

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