Dia a dia

Trabalhos na Henrique Martins entram em fase de aterramento

Além do serviço de recuperação da nova rede de drenagem, está sendo construída uma caixa de acesso para galeria – Alexandre Fonseca/Semcom

Os trabalhos de recuperação da rede de drenagem na rua Henrique Martins, no Centro, entraram nesta segunda-feira (13) na fase de aterramento. A previsão é que até o fim desta semana seja concluído o trabalho de recuperação da área.

Após a finalização deste trabalho, será ainda instalado uma manta compactadora para dar mais segurança a adesão do piso principal. Em seguida será recolocada a pavimentação dos pavers de concreto que compõe o piso da via.

Os serviços na área estão sendo feito de forma contínua para evitar transtorno aos lojistas, clientes e transeuntes. No sábado, dia 11, foram finalizadas as recuperações nas paredes das galerias e no domingo foi feita a recuperação da segunda rede de drenagem existente no local.

De acordo com o coordenador dos trabalhos, Efrain Aragão, além do serviço de recuperação da nova rede de drenagem também está sendo construída uma nova caixa de acesso para a galeria. “Essa nova caixa irá facilitar o acesso das equipes para a manutenção da galeria dos Ingleses, que é muito antiga e extensa. Com isso, o trabalho no local ficará melhor e mais rápido”, destacou.

Os trabalhos vão facilitar a manutenção na galeria dos ingleses – Alexandre Fonseca/Semcom

No último dia 7, uma árvore tombou na rua Henrique Martins, por conta das fortes chuvas. Com a queda, houve o rompimento de um trecho da histórica rede de drenagem do centro da capital, que remonta a época dos ingleses. De pronto, a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) enviou uma equipe ao local para avaliar os danos.

“Vale deixar claro que esse problema não tem ligação com a obra de revitalização que houve na via. São galerias muito antigas e que não suportaram o impacto da queda da árvore. Com o rompimento e a fuga de material, houve o afundamento da pista”, explicou o subsecretário de Serviços Básicos, Antônio Peixoto. Ele disse ainda que o rompimento ocorreu em uma profundidade de quatro metros, o que torna o trabalho mais cauteloso.

Com informações da assessoria

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