Dia a dia

TJAM e Manaustrans promovem ações do Maio Amarelo no Fórum Henoch Reis

Manaus, 25/03/2015. Terapia comunitária na VEMEPA - foto: divulgação

Manaus, 25/03/2015. Terapia comunitária na VEMEPA – foto: divulgação

Nesta sexta-feira (15), a Vara de Execuções e Medidas Penais Alternativas (Vemepa) promove o Movimento Maio Amarelo no Fórum Henoch Reis, em Manaus. A iniciativa é em parceria com o Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans) e tem o apoio da presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), Desembargadora Graça Figueiredo.

Além da distribuição de folders e material educativo, palestras serão ministradas no Fórum com o intuito de chamar a atenção das pessoas para o alto índice de mortes e feridos no trânsito. Os organizadores vão incentivar também os servidores do TJAM vestirem roupas da cor amarela nesta sexta-feira.

Termo de Cooperação

Em março deste ano, a presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), Desembargadora Graça Figueiredo, e a juíza titular da Vara de Execuções e Medidas Penais Alternativas (Vemepa), Telma de Verçosa Roessing,  assinaram um termo de cooperação com o prefeito de Manaus, Artur Virgílio Neto, e o diretor-presidente do Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans), Paulo Henrique Martins.

De acordo com o projeto, os cumpridores de medidas e penas alternativas oriundos da Vara Especializada em Crimes de Trânsito são inseridos nas ações educativas para o trânsito promovidas pelo Manaustrans. Os cumpridores assistem palestras e aqueles que tem a pena de prestação de serviços comunitários são inseridos nas ações do programa.

O objetivo

O Movimento Maio Amarelo nasce com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.

O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas.

Iniciativa da ONU

A Assembleia-Geral das Nações Unidas editou, em março de 2010, uma resolução definindo o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito”. O documento foi elaborado com base em um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) que contabilizou, em 2009, cerca de 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países. Aproximadamente 50 milhões de pessoas sobreviveram com sequelas.

São três mil vidas perdidas por dia nas estradas e ruas ou a nona maior causa de mortes no mundo. Os acidentes de trânsito são o primeiro responsável por mortes na faixa de 15 a 29 anos de idade; o segundo, na faixa de 5 a 14 anos; e o terceiro, na faixa de 30 a 44 anos. Atualmente, esses acidentes já representam um custo de US$ 518 bilhões por ano ou um percentual entre 1% e 3% do PIB (Produto Interno Bruto) de cada país.

Se nada for feito, a OMS estima que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito em 2020 (passando para a quinta maior causa de mortalidade) e 2,4 milhões, em 2030. Nesse período, entre 20 milhões e 50 milhões de pessoas sobreviverão aos acidentes a cada ano com traumatismos e ferimentos.

Com informações da assessoria de comunicação

 

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