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Terceirizados da saúde reivindicam pagamento dos salários atrasados, na Grande Circular

uncionários terceirizados que prestam serviços em unidades de saúde de Manaus realizaram um manifesto por conta de três meses de salários atrasados - foto: Luís Henrique Oliveira

Funcionários terceirizados de unidades de saúde de Manaus realizaram um manifesto por conta de três meses de salários atrasados – foto: Luís Henrique Oliveira

Pelo segundo dia consecutivo, funcionários terceirizados que prestam serviços em unidades de saúde de Manaus realizaram um manifesto por conta de três meses de salários atrasados. Na manhã dessa quinta-feira (22), aproximadamente 70 colaboradores, entre maqueiros, agentes de limpeza e técnicos de enfermagem se reuniram em frente ao pronto-socorro Platão Araújo, no São José, na Zona Leste. Eles reivindicavam os auxílios transporte, alimentação e assistência médica.


Prejudicada pela falta de compromisso das empresas responsáveis pelo pagamento, a técnica de enfermagem Elaine Deise, 27, explicou que os funcionários não são informados da real situação da empresa. “Ninguém explica a situação para a gente. A gente só fica sabendo que vão pagar, mas nunca falam uma data correta. Temos contas para pagar, temos compromissos que não podem mais ser adiados”, declarou.

Com faixas e cartazes, o grupo pedia soluções mediante o atraso nos salários. Procurada para se pronunciar sobre o caso, a Secretaria de Estado de Saúde (Susam) até o fechamento desta edição, não se posicionou.

Na manhã da última quarta-feira (21), aproximadamente, 30 funcionários terceirizados, entre maqueiros, serviços gerais, recepcionistas e encarregados do pronto-socorro João Lúcio, também realizaram um manifesto por conta de atrasos de salários. Eles paralisaram as atividades por mais de 12 horas, mas a Susam ressaltou que pacientes não foram prejudicados.

Por Luís Henrique Oliveira do Agora

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