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Tempestade de neve mata pelo menos 29 pessoas na Costa Leste dos Estados Unidos

As autoridades alertam serem necessários vários dias para retirar a neve das zonas residenciais – foto: Agência Lusa

As autoridades alertam serem necessários vários dias para retirar a neve das zonas residenciais – foto: Agência Lusa

Pelo menos 29 pessoas morreram devido à tempestade de neve que, desde sexta-feira (22), paralisou a costa leste dos Estados Unidos, onde se chegaram a registar 91 metros de altura de neve, informa nesta segunda-feira (25) a imprensa norte-americana.

De acordo com os órgãos de informação norte-americanos, milhões de pessoas da costa leste tentam voltar hoje à normalidade, com os transportes públicos, estradas e aeroportos ainda seriamente afetados pela forte queda da neve, considerada histórica pelas autoridades.

Tanto os departamentos do governo quanto as escolas estão hoje fechadas na capital norte-americana. As autoridades alertam serem ainda necessários vários dias para retirar a neve das zonas residenciais.

As autoridades também alertaram a população para que limite, na medida do possível, os deslocamentos, tendo, inclusive, advertido que os motoristas serão multados se se aventurarem a circular nas estradas ou a caminharem nas vias cobertas de neve, noticia a imprensa local.

A maior parte das mortes deveu-se a acidentes rodoviários, motivados pelo fato de os condutores circularem em estradas cobertas de neve ou gelo, adiantam os veículos locais.

Segundo os dados, oito pessoas morreram por inalação de monóxido de carbono liberados pelos escapamentos dos automóveis, que ficaram cobertos de neve.

O primeiro grande temporal de neve que este ano afetou a costa leste dos Estados Unidos paralisou, entre outras cidades, Washington, Nova York e Baltimore.

Essa tempestade foi a segunda maior desde que existem registos meteorológicos, há século e meio.

Segundo o Observatório Meteorológico de Central Park, cairam no fim de semana 68,07 centímetros de neve, valor só superado pelos 68,33 registados em fevereiro de 2006, a mais elevada desde que há registos.

Por Agência Brasil

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