Dia a dia

Técnico eletrônico é morto com dois tiros no Alvorada

O crime ocorreu na esquina da rua 1, esquina com a rua E – Divulgação

O técnico eletrônico, Felipe da Silva Nascimento, 22, conhecido como ‘Salsicha’, 22, foi morto com dois tiros, na noite desta quinta-feira (20). O crime ocorreu na esquina da rua 1, esquina com a rua E, no bairro Alvorada 1, Zona Centro-Oeste de Manaus. 

De acordo informações de moradores do local, Felipe estava conversando com dois amigos, que não tiveram os nomes revelados, na escada de uma estância, quando foi surpreendido por dois homens em uma motocicleta.

Felipe ainda tentou correr, mas não conseguiu e foi atingido com os dois tiros, sendo um no pescoço e outro no tórax. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

“Os bandidos chegaram de moto e pediram para os outros rapazes se afastarem. O homem que estava na garupa atirou no Felipe. Ele tinha acabado de chegar no local, acho que os suspeitos já estavam o observando”, contou uma testemunha, que pediu para não ter o nome divulgado.

De acordo com outras pessoas que presenciaram o fato, o irmão de Felipe, um adolescente de 17 anos, também foi morto a tiros no dia 17 de dezembro do ano passado, no mesmo bairro.

O corpo está sendo velado no Instituto Alvorada, nas proximidades do local onde ocorreu o crime – Mara Magalhães

Os suspeitos que atiraram em Felipe foram vistos horas antes do crime na rua 2. Eles tiveram problemas com a motocicleta.  O veículo teria falhado e parado. Após consertarem a moto, a dupla cometeu o crime.

A família de Felipe informou que desconhece a motivação do crime. “Não sabemos o que pode ter acontecido para terem feito isso com ele”, disse uma tia da vítima, que preferiu não se identificar.

Já a polícia trabalha com a hipótese de um acerto de contas motivado pelo tráfico de drogas, já que testemunhas informaram que o rapaz tinha envolvimento com a prática ilícita.

O crime será investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (Dehs). O corpo de Felipe está sendo velado no Instituto Alvorada, situado na mesma rua onde ocorreu o crime.

Mara Magalhães

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