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Taxista é preso em Manaus por roubo de veículo; trabalho era utilizado para cometer crimes

Taxista utilizava veículo para cometer crimes em Manaus - foto: Luis Oliveira

Taxista utilizava veículo de trabalho para cometer crimes em Manaus – foto: Luis Oliveira

O taxista Altivo Nogueira Couto Júnior, 31, conhecido como ‘Júnior Nogueira’, foi apresentado na manhã desta sexta-feira (14) pela Polícia Civil, suspeito de envolvimento no roubo de um veículo ocorrido no último dia 7 de setembro, na rua Dom João Sexto, bairro Parque Dez de Novembro, Zona Centro-Sul da cidade.

Júnior foi preso em cumprimento a mandado de prisão na tarde de ontem (13), por volta das 16h, enquanto andava pela rua Quintino Bocaiúva, localizada no Centro de Manaus. O documento foi expedido no último dia 6 de outubro pelo juiz Henrique Veiga Lima, da 9ª Vara Criminal.

A ação policial foi deflagrada pela equipe de investigação da Delegacia Especializada em Roubos e Furto de Veículos (Derfv). De acordo com a delegada adjunta da especializada, Sandra Sodré, Altivo utilizava a profissão de taxista para, junto com o comparsa dele, identificado como Thiago Victor de Figueiredo Limeira, cometer crimes na cidade.

“Eles realizavam rondas em toda a região de Manaus. Em um desses passeios abordaram a vítima que estava em veículo modelo Golf parado no semáforo. Thiago desceu do táxi e anunciou o assalto. O carro foi localizado dois dias depois após o incidente, abandonado em via pública no bairro Japiim, Zona Sul, em situação de desmanche, sem bancos, acessórios e outras peças”, informou.

Altivo foi identificado, após o comparsa dele, Thiago, ser preso no dia 22 de setembro. Ele confessou em depoimento que o taxista prestava auxilio na prática de escolher as vítimas em via pública. “Em depoimento, Júnior revelou que foi a primeira vez que ajudou Thiago e que recebeu o valor de R$ 100 pela corrida”, concluiu a autoridade policial.

Na delegacia, o taxista foi indiciado por roubo majorado. Ele será encaminhado para o Centro de Detenção Provisório Masculino (CDPM), onde ficará à disposição da Justiça.

Isac Sharlon
Portal EM TEMPO

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