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Suspeito de matar empresário se entrega à polícia

Consta do TJAM que "Japinha" tem três passagens pela polícia pelos crimes tráfico de drogas e receptações - foto: Diego Janatã

Consta do TJAM que “Japinha” tem três passagens pela polícia pelos crimes tráfico de drogas e receptações – foto: Diego Janatã

O ex-presidiário Luciano de Oliveira Siqueira, o “Japinha”, 19, foi preso na tarde do último sábado (18) acusado de matar o empresário Odair Napomuceno da Silva, 48, dia 4 de julho deste ano. O comparsa do acusado, Daniel Mendes de Souza, 19, foi preso pelo crime de roubo dia 10 deste mês e também vai responder pela morte de Odair.

Em depoimento, “Japinha” afirmou que a intenção não era matar o empresário, mas como a vítima tentou desarmá-lo, ele atirou. “Daniel e eu decidimos, na hora, assaltar  a loja de materiais de construção, mas quando eu peguei os pertences, o empresário bateu na arma e como eu vi que ele queria me desarmar eu acabei atirando”, relatou. O acusado disse ainda que se arrepende do crime e pediu perdão para a família do empresário.

Conforme a Polícia Civil, após o crime, “Japinha” se escondeu na invasão Cidade das Luzes, bairro Tarumã, Zona Oeste, quando percebeu que estava sendo procurado e acabou se entregando na presença de um advogado. Com  “Japinha” foi encontrado o notebook e celular do empresário roubado no dia do crime.

Consta no site do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) que “Japinha” tem três passagens pela polícia pelos crimes tráfico de drogas e receptações.

A adjunta da Delegacia Especializada de Homicídios e Seqüestros (DEHS), Sancha Sodré, informou que o comparsa de “Japinha” foi preso após um roubo e com ele foi encontrado a arma usada para matar o empresário. “Nós recebemos muitas denúncias que Luciano estava escondido na invasão e como ele sabia que era procurado, resolveu se entregar”, comentou.

O acusado foi autuado em cumprimento a mandado de prisão pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte) e, após prestar depoimento na delegacia, ele foi levado à Cadeia Pública, no Centro.

Por Ana Sena

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