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SSP prende 42 pessoas na operação Malhete 2

A segunda edição da operação será para diminuir a criminalidade na cidade - foto: Arthur Castro

A segunda edição da operação será para diminuir a criminalidade na cidade – foto: Arthur Castro

Ao menos 42 pessoas foram presas durante a operação Malhete 2, realizada entre os dias 26 e 29, em todas as zonas da capital. Entre os presos está o ex-policial militar Milton Nascimento de Souza, 47, suspeito de matar sua companheira e sua filha de 9 anos, e Rafael dos Remédios Tavares, apontado como autor de duas mortes, ocorridas durante a série de assassinatos em julho deste ano.

Ainda devem ser cumpridos mais de 1 mil mandados ao longo das operações. De acordo com o titular da Secretaria de Segurança Pública (SSP), delegado Sérgio Fontes, a segunda edição da operação será para diminuir a criminalidade na cidade.

“A comissão escolhe os mandados e sai para cumprir. Muitas pessoas, das que têm mandado, continuam cometendo crimes. Somente nesta operação finalizada hoje. Temos nove homicidas, três latrocidas, assaltantes e pessoas envolvidas com tráfico de drogas”, disse.

O delegado-geral Raimundo Acioly informou que os policiais civis do 29º Distrito Integrado de Polícia (DIP) prenderam o ex-policial militar Milton, que matou em 2013 a facadas sua ex-companheira Alcina da Silva Almeida, 39, e sua filha Jenifer Cristina da Silva Almeida, 9, por não aceitar o fim do relacionamento. “Tentamos tirar de circulação pessoas que incomodam a população. Uma das prisões importantes foi a do PM que matou sua esposa e sua filha”, informou.

Representando os delegados que participaram da operação, o titular da Seccional Leste, Pablo Geovanni informou que Rafael dos Remédios foi preso em sua residência, na rua I, bairro Armando Mendes, Zona Leste. “Ele também tinha o mandado pela morte de um homem identificado como Félix. Ele já responde por dois homicídios e é apontado por testemunhas como autor de dois assassinatos, ocorridos durante aquela chacina, em julho em Manaus”, explicou.

A Polícia Civil informou que outras operações deverão ser realizadas para conseguir atender as demandas. Os presos serão encaminhados à cadeia pública.

Por Thaís Gama

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