Variedades

Simpatias para quem quer entrar 2017 com o pé direito

Pular ondinhas, comer em cima da cadeira, usar determinadas cores ou não comer bichos que ciscam para trás. Na noite de Ano-Novo uma lista de “podes e não podes” deve ser cumprida à risca pelos supersticiosos, tudo em busca de garantir boas vibrações para o ano que chega.

As simpatias, como são conhecidas, já fazem parte da vida de muitas pessoas e vão desde a escolha dos alimentos da ceia até a decoração da casa. De onde vem essa tradição não sabemos e sendo elas exóticas ou não, já são parte das festas de fim de ano.

Para o psicólogo e presidente da Articulação Amazônica dos Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana (Aratrama), Alberto Jorge Silva, a superstição não é um processo cartesiano, mas algo muito dinâmico e subjetivo. Seríamos campos vibracionais que se sintonizam com outros campos e podem receber vibrações boas ou ruins, algo variável de pessoa para pessoa.

“Para a maioria, gato preto seria azar, para outros ele é sorte. O branco é a mesma coisa, em algumas culturas branco significa luto. Alguns preferem a neutralidade da cor, mas tem muita gente que quer mais movimento, mais evolução, por isso usam vermelho ou outras cores”, explica.

Jorge explica, ainda, que no candomblé as cores usadas no ano novo normalmente são escolhidas de acordo com o orixá regente do ano que inicia. As superstições mostram a crença de que não estamos sós e de que dependemos de forças maiores, daí a necessidade de se conectar a elas.

Previsões


Alberto Jorge diz que tem uma postura cética em relação a previsões por duvidar e se questiona sobre os critério que as pessoas usam para fazer previsões. Segundo ele, o que mais acontece são furos e não concretizações, o que desmoraliza a figura dos oráculos e afirma ser totalmente antiético fazer previsões sobre personalidades públicas sem que elas o peçam.

“O que nós podemos fazer, por questões numerológicas, é sentir as tendências de mudanças. Desde 2010 estamos passando por muita turbulência e até 2019 estaremos sob a regência do número 1 (referente a 2017) que possui uma característica de muita ebulição, mudanças e inquietude”.

No entanto, segundo Carlinhos Vidente, famoso após prever a queda do avião com time chapecoense, o atual presidente do Brasil, Michel Temer, deverá renunciar até o mês de abril. Carlinhos também prevê muitas tragédias entre eles um deslizamento de terra no Rio de Janeiro, que levará a óbito mais de 300 pessoas, e em Santa Catarina, desastre com água.

Além da queda de mais dois aviões, um deles carregando uma delegação inteira de um time de futebol carioca.

Já para o conhecido João Bidu, 2017 será um ano de novos projetos e de dedicação ao trabalho. Sobre o cenário político, ele acredita que o presidente resistirá e não renunciará.

Laize Minelli
Jornal EM TEMPO

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