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Servidores do TRT-AM deflagram greve por tempo indeterminado para pressionar Senado

Os funcionários realizam ato em frente ao Fórum Trabalhista, localizado na rua Ferreira Pena, no Centro da capital - foto: Yndira Assayag

Os funcionários realizam ato em frente ao Fórum Trabalhista, localizado na rua Ferreira Pena, no Centro da capital – foto: divulgação

Servidores do Tribunal Regional do Trabalho do Amazonas (TRT-AM) deflagraram greve por tempo indeterminado na manhã desta quinta feira (18).  De acordo com o presidente do Sindicato dos Servidores da Justiça do Trabalho (SitraAM/RR), Luís Claudio Corrêa, a paralisação visa pressionar o Senado para aprovação do PLC 28/2015, que atualiza o Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) da categoria, defasado desde 2009.

Os funcionários realizam ato em frente ao Fórum Trabalhista, localizado na rua Ferreira Pena, no Centro da capital.

Conforme o presidente, o projeto já foi aprovado pela Câmara dos Deputados e deveria ter sido votado na última quarta-feira (10), mas foi retirado da pauta do plenário.

O PLC 28/2015, que foi adiado para o dia 30 de junho, prevê uma correção média de 59,49% no salário dos servidores, que deveriam ser pagos em seis parcelas entre julho de 2015 e dezembro de 2017.

Ainda de acordo com o sindicalista, a greve atende a uma convocação da executiva nacional da categoria e a adesão dos servidores ao movimento paredista já atinge mais de 20 estados. A paralisação foi definida em assembleia realizada na última segunda-feira (15) e deve abranger.

A paralisação atinge, principalmente, a área de atendimento ao público nas varas do trabalho e setor de reclamação.

Segundo o presidente do Sindicato dos Servidores da Justiça do Trabalho no Amazonas e Roraima (SitraAM/RR), Luís Claudio Corrêa, Uma portaria da presidência do TRT  definiu um percentual de 50% de servidores para continuar o atendimento ao público. Mas o sindicato vai recorrer para q seja apenas 30%.

“Nossa proposta é que seja feito o pagamento pelo menos parcelado, o que não aceitamos é reajuste zero. Só que queremos que esse índice de perda seja pago entre este ano até 2017. Todo ano até o salário mínimo tem reajuste, e o nosso não”, disse o vice-presidente, Alan Farias.

Por Asafe Augusto (especial EM TEMPO Online) e assessoria

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