Dia a dia

Servente morre em Pronto-Socorro após ser alvejado na frente da namorada, na comunidade Gustavo Nascimento

Douglas foi alvejado na rua Ariramba, comunidade Gustavo Nascimento- foto: Diego Janatã

Douglas foi alvejado na rua Ariramba, comunidade Gustavo Nascimento- foto: Diego Janatã

O servente Douglas de Oliveira Moura, 24, morreu no Hospital e Pronto-Socorro Platão Araújo, na Zona Leste, após ser alvejado com seis tiros pelo corpo, nas primeiras horas da madrugada deste domingo (7). O crime ocorreu na rua Ariramba, comunidade Gustavo Nascimento, no bairro Cidade de Deus, Zona Norte de Manaus. Ele caminhava com a namorada, que não teve o nome revelado.

De acordo com os relatos da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), a vítima foi socorrida e levada com vida pelos socorrista do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Hospital e Pronto-Socorro Platão Araújo, na Zona Leste, mas não resistiu aos ferimentos e morreu pouco depois de dar entrada na unidade hospitalar.

De acordo com a DEHS, o crime pode estar relacionado ao tráfico de entorpecentes e teria sido um acerto de contas. A reportagem do Em Tempo procurou os familiares de Douglas para conversas sobre o caso, mas um tio, que preferiu não se identificar, disse que a família não iria comentar o ocorrido.

“O barulho dos tiros assustou toda a vizinhança. O que a gente ouve comentar é que o Douglas estava com a namorada, parado próximo a um carro, quando duas pessoas chegaram à pé e efetuaram os disparos. O carro ficou todo sujo com o sangue dele”, disse uma vizinha da vítima, que também não quis revelar o nome. Ela disse ainda, que no bairro as pessoas não querem falar por medo de represálias, e que estava em casa quando ouviu os disparos.

A mulher disse também, que Douglas morava no bairro há muito tempo e gostava de tomar cerveja com os amigos, ela não soube informar se a vítima tinha envolvimento com drogas ou se tinha problemas com algum morador do bairro. “A gente se conhecia aqui do bairro, mas não andávamos juntos. Eu sei que ele tomava cerveja e quando bebia costuma mexer com as pessoas na rua. Mas não sei se ele tinha problema com drogas, nem se estava sendo ameaçado por alguém”, ressaltou.

Por Michelle Freitas

 

 

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