Economia

Sem negociação e prestes a completar um mês, greve dos bancários continua no Amazonas

Greve dos bancários tem causado transtornos aos usuários dos serviços dos bancos no Estado – Ione Moreno

O movimento grevista iniciou no último dia 6 de setembro – Ione Moreno

“Enquanto não nos apresentarem uma proposta decente, a greve não terá fim”, disse o presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários no Amazonas (Seeb-AM), Nindberg Barbosa. Prestes a completar um mês, a paralisação já trouxe prejuízos aos clientes dos bancos que estão sem utilizar os serviços.

O movimento grevista iniciou no último dia 6 de setembro e teve adesão de 100% da categoria. Os bancários do Amazonas continuam a greve por tempo indeterminado já que a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) não mudou a proposta.

“A Fenaban continua com a mesma proposta há três rodadas de negociações. Haviam marcado uma nova reunião para o último dia 30, mas cancelaram e não há previsão para um novo encontro. Estamos firmes, enquanto não nos apresentarem uma proposta decente, a greve não terá fim”, falou Nindberg ao relatar o cancelamento das reuniões com a federação.

A Fenaban ofereceu um abono de R$ 3.500 e reajuste abaixo da inflação de 7%, proposta que foi rejeitada pela comissão bancária nacional de negociação.

Reivindicações

Os bancários reivindicam reajuste salarial com reposição de inflação (9,62%) mais aumento real de 5%, entre outros benefícios. A categoria recebeu aumento real de 20,07% no período entre 2004 e 2014. No ano passado, foram 2,02% acima da inflação.

Por equipe EM TEMPO online

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