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Segundo dia de revezamento do fogo olímpico em Manaus começou no Cigs

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A onça Juma foi uma das atrações além da Tocha Olímpica – fotos: Márcio Melo

O segundo dia de revezamento da Tocha Olímpica no Amazonas começou no Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs), no bairro São Jorge, Zona Oeste, com uma visita à área de floresta, enquanto militares faziam simulação de operações na selva. O tour do símbolo dos jogos ainda segue em uma operação especial, nesta segunda-feira (20).   

Apesar do cronograma da operação de traslado da tocha estar pronto há três anos, como afirmou o diretor executivo de operações do Comitê Organizador dos Jogos, general Marco Aurélio Costa Vieira, os espectadores tiveram que esperar para acompanhar o comboio dentro do Cigs.

O atraso foi por conta de uma mudança de última hora, pois a organização incluiu um novo condutor para o percurso. Inicialmente apenas seriam três.

Logo depois do Cigs, a chama Olímpica parte em um passeio de barco no rio Negro para um encontro com os botos. A tocha Olímpica vai também até a Praia do Tupé, onde tem base a tribo Dessana. Lá, chegará às mãos de Raimundo, o Pajé, índio mais velho da tribo.

Da praia, a tocha segue em um revezamento fluvial em canoas típicas da região para Lago do Catalão, onde visita uma comunidade ribeirinha. Em procissão, o comboio descerá o rio Negro em direção ao Encontro das Águas, o famoso trecho em que suas águas escuras tocam o barrento rio Solimões, sem que se misturem.

De helicóptero, o grupo parte para Presidente Figueiredo. A 107 quilômetros de Manaus, a região tem mais de 100 cachoeiras conhecidas e leva o apelido ‘Terra das Cachoeiras’. A tocha Olímpica vai até a Cachoeira de Iracema e de lá parte para o Parque do Urubuí. No rio que dá nome ao parque, a chama Olímpica fará um rafting antes de voltar a Manaus.

Por Asafe Augusto e assessoria

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