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Sefaz-AM aponta prejuízo de R$ 300 milhões na arrecadação do Estado em 2015

 

Por conta da sonegação fiscal, a arrecadação do governo do Estado registrará queda de R$ 300 milhões em 2015 na comparação com 2014. foto: Diego Janatã.

Por conta da sonegação fiscal, a arrecadação do governo do Estado registrará queda de R$ 300 milhões em 2015 na comparação com 2014. foto: Diego Janatã.

Segundo o secretário de Estado da Fazenda (Sefaz-AM), Afonso Lobo, a arrecadação prevista para este ano era de R$ 1,1 bilhão a mais no Orçamento, só que esse valor não será alcançado, pois ficará em R$ 800 milhões, queda de 27,3%. “Quando não estamos em época de crise não temos tanta preocupação com a sonegação. Só passamos a olhar com cuidado para a sonegação quando o quadro é de dificuldade econômica. No quadro de bonança, passa a ser um assunto menor e se prioriza outros assuntos. No cenário de dificuldades que estamos só resta a melhoria da eficiência e a racionalização do gasto”, afirmou o secretário da Sefaz.

Segundo Afonso Lobo, todos os anos, o crescimento da arrecadação girava em torno de 10%. “A projeção do orçamento, a grosso modo, era de 10%, o que acontecia em todos os anos, mas esse percentual não se manteve neste ano”, disse.

PIB

Segundo Afonso Lobo, o Produto Interno Bruto (PIB) do Amazonas caiu 4,5% no terceiro trimestre de 2015, em relação ao mesmo período em 2014. Com recuo de 14,5% na produção, a indústria puxou a queda do PIB do Estado.

A inflação em 12 meses foi de quase 9,93%. Porém o secretário da Fazenda afirmou que a perspectiva é a de que, com as ações do governo, sejam incrementados, aproximadamente, 10 milhões ao mês no orçamento do Estado.

Medidas

Entre as medidas para aumentar a arrecadação está a assinatura de um convênio de cooperação mútua com o governo de Roraima para a troca de informações dos Fiscos do Amazonas e do Estado vizinho para combater fraudes no desembaraço fiscal de mercadorias que circulam nos dois Estados.

Outras medidas incluem a criação de forças-tarefas entre as diversas secretarias para combater crimes de fraude ou evasão fiscal e, desta forma, aumentar o fluxo de dinheiro para os cofres públicos.

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