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Secretário de justiça de Roraima diz que presos morreram por se negarem a entrar no PCC

Secretário disse que ninguém foi identificado pelo crime ainda – foto: divulgação

O secretário de justiça de Roraima, Uziel Castro, afirmou que os 33 presos – que foram mortos durante a rebelião na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo (Pamc) – se negaram a fazer parte da facção Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo Castro, esse seria o motivo para a morte em massa na unidade prisional.

“Nosso serviço de inteligência está detectando possivelmente uma represália a presos que não queriam aderir à facção deles. Não foi vingança”, garantiu o secretário, informando também na coletiva que, até o momento, nenhum suspeito de participar do massacre foi identificado.

Em outubro do ano passado também houve mortes no presídio e, a partir daí, os presos foram separados nas unidades prisionais do estado de acordo com as facções que integravam. Castro ressaltou que por conta disso há apenas presos do Primeiro Comando da Capital (PCC) cumprindo pena na unidade.

Um inquérito foi aberto para apurar as mortes e a previsão é de que, após ouvir presos e servidores, o documento fique pronto em 30 dias.

O número de mortos durante a última rebelião subiu para 33, após uma varredura no presídio, quando foram encontrados dois corpos enterrados na tarde do sábado (7), um dia depois do tumulto.

Portal EM TEMPO

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