Política

Secretarias extraordinárias e Suhab serão extintas

 foto: Herick Pereira/Secom

foto: Herick Pereira/Secom

O governador José Melo (Pros) anunciou a extinção da Superintendência Estadual de Habitação (Suhab), que será anexada à de Política Fundiária, e dos cargos de secretários extraordinários – criados logo que assumiu o governo – como parte da reforma administrativa para ajustar as contas da casa. A declaração foi dada em entrevista ontem pela manhã, quando vistoriava as obras da nova etapa do residencial Viver Melhor, na Zona Norte.


Ele explicou que vai enviar um projeto de lei à Assembleia Legislativa do Estado (Aleam), quando a casa retornar do recesso parlamentar em 4 de agosto, que deve alterar o estatus dos secretários extraordinários, em que as diretrizes e atribuições destes cargos serão estabelecidas e o que cada um especificamente vai fazer. “Ontem mesmo (na última quinta-feira) o doutor Francisco Cruz pediu exoneração. Ele volta para o Ministério Público e esta pasta eu não vou prover mais”, declarou o governador.
Quanto à Suhab, ele adiantou que a pasta deve ser anexada à Secretaria de Políticas Fundiárias (SPF). Segundo o gestor, há um estudo interno para ver se com a estrutura mais o corpo que vem da Suhab, a SPF dará conta do serviço, com a redução de custo e uma melhoria no seu atendimento. “Se isso ficar como certo, nós iremos operacionalizar a extinção da Suhab”, disse.
Para ele, essa mudança vai servir para destinar mais investimentos à Saúde, Educação e em políticas públicas para o Estado. Melo frisou que a reforma não acabou e deve continuar até o final do ano para que o Estado possa atingir a meta de redução de custos da máquina administrativa e poder funcionar normalmente.

Para o governador, transformar o Amazonas num Estado menor, mais eficiente e mais ágil é essencial para que mais à frente as pessoas que estão esperando investimento na Saúde e na Educação sejam beneficiadas.
“Eu sou obrigado a procurar meios e formas de redução de custo e também de modernidade para o Estado. O Amazonas não suporta mais esse tamanho, com o custo que tem”, disse Melo.

 

Por Henderson Martins

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