Política

Rotta consegue estender inquérito do BNDES por mais 15 dias

BEm seu primeiro mandato como deputado federal, Marcos Rotta (PMDB-AM) foi escolhido para presidir importante CPI que investiga o BNDES - foto: divulgação

BEm seu primeiro mandato como deputado federal, Marcos Rotta (PMDB-AM) foi escolhido para presidir importante CPI que investiga o BNDES – foto: divulgação

Depois de algumas dúvidas e incertezas sobre a prorrogação dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em curso na Câmara dos Deputados, a presidência do Legislativo estendeu por mais 15 dias as investigações, a contar do último dia 4, prorrogando a CPI até o próximo dia 19.

Presidente da comissão, o deputado Marcos Rotta (PMDB-AM), vem defendendo a extensão dos trabalhos por mais 30 dias. Em entrevista ao EM TEMPO, o parlamentar informou que já havia formalizado o pedido ao presidente da casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), além de já ter feito um apelo aos líderes da Câmara para que eles também solicitassem mais prazo para continuação das apurações.

Continuidade

Para Rotta, mesmo com um clima de instabilidade política em Brasília, é possível dar continuidade aos trabalhos da comissão. “É uma CPI diferenciada, extremamente técnica, com muitos dados a serem analisados. Existe uma espécie de praxe na prorrogação dos trabalhos e o histórico das CPIs demonstra isso”, disse o parlamentar.

Disputa municipal

Em meio aos trabalhos à frente das investigações, Rotta vem sendo cotado por líderes locais para disputar as eleições em 2016 para a Prefeitura de Manaus. No final de novembro, durante visita a termelétrica Mauá 3, na capital, o ministro de Minas e Energia e líder do PMDB no Estado, Eduardo Braga, reafirmou que não será candidato e citou o deputado Marcos Rotta como um dos possíveis pré-candidatos às eleições.

AO EM TEMPO, Rotta afirmou que não conversou com o ministro a respeito das eleições. “Antecipar o processo eleitoral não contribui em nada”, limitou-se a dizer.

Por  Camila Carvalho

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