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Reunião definirá data para eleição de conselheiros tutelares

As eleições ocorrerão em 8 de novembro - foto: Arthur Castro

As eleições ocorrerão em 8 de novembro – foto: Arthur Castro

Em uma reunião prevista para ocorrer nessa sexta-feira, às 14h no Centro Social Urbano (CSU) do bairro Parque 10 de Novembro, Zona Centro-Sul, o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) vai decidir qual data será realizada as eleições para a escolha dos 45 Conselheiros Tutelares e de seus suplentes.  A nova vem causando divergências entre alguns candidatos que reclamam da organização e pedem a saída da presidente do CMDCA Gecilda Albano. Enquanto um grupo reivindica a eleição para o dia 29 de novembro, outro grupo espera que a votação aconteça o quanto antes e denuncia fraudes por trás das campanhas.

Na última quarta-feira durante reunião entre candidatos e a secretária municipal da Mulher, Assistência Social e Direitos Humanos (Semmasdh), Goreth Garcia Ribeiro a data ficou definida para o próximo dia 8 de novembro. Entretanto, alguns candidatos não concordaram e exigem que o pleito aconteça no dia 29 de novembro.  Porém, há quem argumente que o adiamento mais uma vez vai favorecer candidatos que estão contando com apoio político.

Durante o encontro, os candidatos também apresentaram uma pauta com propostas de alterações no pleito, como o uso de urnas eletrônicas, o afastamento da presidente do CMDCA Gecilda Albano, além de melhor treinamento para os mesários e a disponibilização com antecedência, pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM), da impressão completa das listas de votação.

Candidatos que não quiseram se identificar disseram ao EM TEMPO que há outros candidatos realizando feijoadas, comprando votos com gastos que ultrapassam os R$ 60 mil e utilizando estrutura de políticos, como carros de sons.

Gecilda Albano disse ser a favor das eleições ocorrerem o quanto antes. Sobre o pedido de sua saída, ela informou que a decisão cabe ao colegiado do CMDCA que é soberano e que não tem nenhum problema em sair se for necessário. Ela afirmou desconhecer os motivos para o pedido de sua saída.

A Semmasdh explicou que para alterar a data é preciso que o Ministério Público do Estado (MPE-AM) e o TRE aprovem a mudança.

Por Joandres Xavier

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