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Restaurante da Zona Centro-Sul é interditado após Dvisa encontrar carne estragada em depósito

O restaurante foi interditado e só será reaberto depois dos procedimentos cabíveis. foto: divulgação

O restaurante foi interditado e só será reaberto depois dos procedimentos cabíveis. foto: divulgação

O restaurante e cachaçaria do Dedé, localizado na rua do Comércio, no bairro Parque 10, Zona Centro-Sul, foi interditado por volta das 12h30 desta terça-feira (8), após uma fiscalizada da Divisão de Vigilância Sanitária (Dvisa).

A blitz ocorreu depois de uma denúncia anônima de um cliente, que teria realizado uma refeição no local e passado mal. Ao chegarem no estabelecimento, os fiscais a Vigilância Sanitária encontraram mais de 200 quilos de carne de porco vencidas desde 2014, que estavam armazenados em um depósito do estabelecimento e seria usadas para o consumo.

O local foi interditado e multado, e só poderá voltar a funcionar mediante o pagamento de multa e a reestruturação do ambiente da cozinha. Uma equipe do EM TEMPO esteve no restaurante na tarde desta terça-feira, mas o prédio estava fechado.

O assessor da Dvisa, Wilson Reis, informou que a partir dessa quarta-feira, o proprietário do estabelecimento pode entrar com o pedido de reabertura. Porém, antes de voltar a funcionar, o departamento sanitário fará outra inspeção no local.

“O tempo para a reabertura vai depender deles. Vão ter que resolver as irregularidades que os fiscais encontraram no local. Foi enumerados pontos irregulares de acordo com o código sanitário de Manaus. Depois de formalizar uma defesa, vai ocorrer outra inspeção”, explicou o assessor.

A Dvisa interditou o local e lacrou as portas. Porém, ao chegar ao estabelecimento, a equipe do jornal Amazonas Em Tempo comprovou que os papéis do departamento de saúde foram retirados. Segundo informações de testemunhas, que preferiram não se identificar, o coordenador da unidade, conhecido como Junior, arrancou todos as notificações antes de se retirar do local.

Sobre o ocorrido, Wilson revelou que isso vai agravar na multa que o estabelecimento terá que pagar, pois são reincidentes.

“Eles terão que pagar uma multa que ainda será estabelecida, mas essa retirada só piora a situação, pois não é a primeira vez que o estabelecimento é fechado”, concluiu Reis.

Em nota a assessoria do estabelecimento comercial informou que os produtos que foram encontrados vencidos em nosso deposito, aguardavam pela coleta, pois se trata de descarte, mas, de qualquer forma estaremos revisando nossos procedimentos operacionais, para maior eficiência de nossos processos.

 

Por Equipe EM TEMPO Online

 

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