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Reforma de Melo vai cortar 200 cargos comissionados no Estado

A expectativa do governo é economizar R$ 600 milhões com as mudanças - foto: divulgação

A expectativa do governo é economizar R$ 600 milhões com as mudanças – foto: divulgação

Pelo menos 200 cargos comissionados serão extintos na reforma administrativa que está sendo elaborada pelo governo do Estado. Durante toda esta semana, o governador José Melo (Pros) tem se reunido com os membros do Comitê Gestor para finalizar o texto-base das mudanças que será enviado na segunda-feira à Assembleia Legislativa do Estado (Aleam).

Além da redução de despesas e de cargos, cerca de oito secretarias serão anexadas com outras afins. A expectativa do governo é economizar R$ 600 milhões com as mudanças, que entram em vigor ainda este mês, após a publicação da lei no Diário Oficial do Estado (DOE).

Uma das fusões dadas como certas é a da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) com a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), esta última tem como o titular o delegado da Polícia Federal, Sérgio Fontes. Por meio de sua assessoria, a SSP não quis comentar o assunto.

O líder do governo na Assembleia, David Almeida (PSD), informou que na segunda-feira haverá uma reunião na sede do governo entre os deputados da base aliada com o governador, em que será apresentado o texto da nova reforma administrativa. Já na quarta-feira, será a vez de os secretários apresentarem aos deputados as mudanças que cada secretaria terão. A previsão é que a votação da matéria aconteça em plenário na próxima quinta-feira.

Durante as reuniões com sua equipe técnica, Melo recuou em unir a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semma) com o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam). A medida foi bem aceita pelos deputados. Alessandra Campêlo (PCdoB), por exemplo, ressaltou que, embora tenham funções parecidas, elas tem objetivos diferentes.

Por Henderson Martins

1 Comment

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  1. Wilton reis

    18 de setembro de 2015 at 09:47

    Tem que acabar é com os salários recebidos por todos os ex-prefeitos dos municípios amazonenses. Aí sim, será o princípio de uma reforma honesta.

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