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Reconstituição do caso de bebê jogado em rio ainda está  sem data definida

Após a acareação, conforme Martins, ocorrerá a reconstituição do caso, até o momento sem testemunhas - foto: Ione Moreno

Após a acareação, conforme Martins, ocorrerá a reconstituição do caso, até o momento sem testemunhas – foto: Ione Moreno

Ainda sem data definida, o delegado titular da Delegacia Especializada de Homicídios e Sequestros (DEHS), Ivo Martins realizará nesta semana a acareação entre o canoeiro Josias de Oliveira Alves, 29, e a ex-companheira Cleudes Maria Batista de Moraes, 22, a respeito da morte do filho do casal, de apenas 4 meses de idade, supostamente jogado no rio Negro, no último dia 14.

Após a acareação, conforme Martins, ocorrerá a reconstituição do caso, até o momento sem testemunhas. As informações foram confirmadas na manhã de ontem, pelo delegado, durante uma coletiva de imprensa.

“Temos um parâmetro definido sobre o caso, dentro das contradições deles (Josias e Cleudes), mas por enquanto não temos um corpo morto, e sempre vai haver essa dúvida, se a criança está morta ou não”, observou Ivo Martins, que considerou o caso como intrigante.

As versões apresentadas por Josias e Cleudes, segundo ele, são absolutamente opostas e não há como saber neste primeiro momento o que aconteceu. “O fato se deu no meio do rio, onde não há câmeras do Ciops e testemunhas. Só eles dois podem confirmar o que houve e podem elucidar o que ocorreu”, destacou o titular da DEHS.

Prisões

Por enquanto, Josias vai continuar detido, de acordo com o delegado até que seja necessário para ultimar as investigações. “Ele não é considerado culpado, mas não é considerado vítima, assim como ela também não é considerada culpada, nem vítima”, salientou.

Martins chamou a atenção para o fato de que ao contrário de Josias, Cleudes estaria colaborando com as investigações, e todas as vezes em que ela é solicitada a comparecer à delegacia, a mesma se apresenta. “Ele pôs óbice às investigações, à  medida em que ficou foragido quatro dias, atrapalhando as investigações iniciais”, avaliou, Martins.

O fato da polícia não pedir  neste momento a prisão de Cleudes, não significa que mais à frente ela não poderá ser solicitada, explicou.

Por equipe EM Tempo Online

 

 

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