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Rebecca Garcia descarta candidatura à prefeitura de Manaus

Ela disse que está com todas as atenções voltadas à administração da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa)  - foto: arquivo EM TEMPO

Ela disse que está com todas as atenções voltadas à administração da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) – foto: arquivo EM TEMPO

A superintendente da Zona Franca de Manaus, ex-deputada federal Rebecca Garcia (PP), descartou, na última sexta-feira, ser pré-candidata à Prefeitura de Manaus nas eleições deste ano.

Ela disse que está com todas as atenções voltadas à administração da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) e que só pensaria na possibilidade de disputar a eleição para o Executivo municipal, em Manaus, se a presidente da República, Dilma Rousseff (PT), a exonerasse do cargo na autarquia dentro do período estabelecido pela legislação eleitoral.

“Se amanhã a presidente (Dilma Rousseff) liga dizendo que precisa do cargo para outra pessoa, porque entende que é melhor, se, por um acaso, eu tiver que sair da Suframa, não por vontade minha, até o prazo que é determinado pela Justiça eleitoral, para me tornar candidata, então, só nessa situação eu pensaria na possibilidade (de disputar a Prefeitura de Manaus). Nem estou pensando nisso agora, mas se abre uma oportunidade nesse cenário”, disse Rebecca.

Confiança

Ao ser empossada no cargo, ela já tinha informado que não deixaria a Suframa para ser candidata nas próximas eleições, mas, nas últimas semanas, cogitou deixar o cargo caso o ex-secretário geral do PP, Walter Sipelli, não seja nomeado para o cargo de superintendente adjunto da autarquia.

“Não quero passar um período na Suframa para responder processo para o resto da minha vida. Quero ter segurança de que o que estou fazendo está sendo feito da maneira correta. É preciso que a gente saiba que a pessoa vai se dedicar e que tenha competência para distinguir o que é certo e o que é errado Se não for uma pessoa de minha confiança, eu não vou ficar no cargo”, disse.

Rebecca Garcia informou que desde que assumiu a superintendência, está afastada das decisões político-partidárias na Executiva regional do PP.

Mas, segundo ela, o partido político participará, ativamente, do processo eleitoral deste ano.

“Acho legítimo que qualquer partido pleiteie a candidatura. O PP sempre teve independência. A nossa união com o ministro Eduardo Braga (PMDB) foi pontual, assim como foi com o Omar (Aziz), assim como o Serafim (Corrêa) que já foi candidato a vice do Alfredo (Nascimento)”, disse.

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