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Questão ambiental e fundiária na Amazônia Legal são pautas no Parlamento Amazônico

O uso de terras para agricultura e pecuária, bem limitado segundo os deputados, também é um dos pontos que esbarram na questão ambiental em todos os Estados da Amazônia Legal - foto: divulgação

O uso de terras para agricultura e pecuária, bem limitado segundo os deputados, também é um dos pontos que esbarram na questão ambiental em todos os Estados da Amazônia Legal – foto: divulgação

A questão ambiental e fundiária foi o pano de fundo dos principais problemas apresentados pelos deputados estaduais que participaram, nesta quinta-feira (2), da primeira reunião do Parlamento Amazônico, realizada no plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). Entre eles a recuperação da estrada BR-319 e a exploração de terras para agricultura e pecuária.

O tema central de defesa do Parlamento Amazônico, que será levado à Câmara de Deputados, em agosto, será definido nesta sexta-feira (3) quando acontece a última reunião do Parlamento Amazônico, às 9h no miniauditório Cônego Azevedo.

Na reunião, parlamentares e personalidades de outros Estados informaram que a questão ambiental está ligada a quase todas as dificuldades que enfrentam na busca de alternativas para desenvolver o Estado, e que seria necessária atenção do governo federal na busca de alternativas sustentáveis.  “Os problemas dos Estados, parecem que esbarram na questão ambiental, em Roraima temos o Linhão de Tucuruí, temos a demarcação das terras indígenas, questão do uso das terras, esse problema abrange vários Estados”, disse a deputada Aurelina Medeiros (PSDB-RR).

O presidente do Parlamento Amazônico, deputado Sinésio Campos (PT), citou o caso da BR-319, que liga Manaus a Porto Velho, e seria a estrada que liga a capital amazonense ao restante do país. As obras de recuperação da BR-319 estão embargadas há mais de dez anos por falta de licenciamento ambiental. A preocupação dos órgãos ambientais é que a estrada potencialize o desmatamento no sul do Amazonas.

O uso de terras para agricultura e pecuária, bem limitado segundo os deputados, também é um dos pontos que esbarram na questão ambiental em todos os Estados da Amazônia Legal. “Existe muito burocracia criada pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). Para tudo precisa de licença ambiental, e tudo é muito burocrático e difícil”, afirmou o deputado Coronel Chagas (PRTB-RR).

Com informações da assessoria de comunicação

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