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PSB desiste de fusão com PPS, após reforma política

Marcelo Serafim afirma que desistência da fusão com o PPS partiu da cúpula do PSB nacional – divulgação/CMM

Marcelo Serafim afirma que desistência da fusão com o PPS partiu da cúpula do PSB nacional – divulgação/CMM

A fusão entre o PSB e PPS está parada no Estado. A orientação partiu internamente do PSB, uma vez que com o relaxamento nas regras da eleição mantidas na reforma política, não haveria mais “interesse” aos partidos que pretendiam a fusão.

O presidente regional do PSB, vereador Marcelo Serafim explicou que essa decisão veio da nacional. Que no primeiro momento havia dado o sinal verde para a fusão, mas que no atual momento desacelerou as negociações. “Primeiro que surgiria um novo partido, com um novo nome e o PSB, além de mudar a sigla, perderia também o número que é um patrimônio nosso. E com o relaxamento nas regras eleitorais perde o objetivo principal. As fusões tendem a não acontecer”, esclareceu Marcelo.

Em Manaus ainda não chegou nenhuma nota oficial da nacional, mas Marcelo disse que a decisão foi de não dar continuidade. Além disso, em questões nacionais, o primeiro secretário nacional de finanças do PSB, vice-governador de São Paulo, Márcio França, já fez o comunicado ao PPS na última quarta-feira (3), desistindo da fusão nesse momento, mas alegando que possivelmente pode acontecer em 2017, após as eleições municipais.

Justificativas

As justificativas de França é que o PSB poderia perder muitos deputados, uma vez que havia resistência de alguns diretórios. A decisão foi tomada após uma conversa de Mário França com o prefeito de Recife Geraldo Júlio e o governador Paulo Câmara. “Conversei com o Geraldo Júlio e o Paulo Câmara. Vamos adiar a fusão para 2017. Eles acham que o PSB vai perder deputados se a união for agora, justificou o secretário.

Em entrevista anterior, Marcelo Serafim, havia dito que o objetivo das duas siglas era juntar forças neste mês, mas o que ainda pode acontecer é uma aliança para as eleições municipais de 2016.

A reportagem do EM TEMO tentou ouvir o presidente regional do PPS, Guto Rodrigues, , mas as chamadas não foram atendidas e o deputado federal Hissa Abrahão (PPS) preferiu não se manifestar sobre o assunto.

Por Moara Cabral (equipe EM TEMPO)

 

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