Economia

Protesto: Servidores CPRM paralisam atividades em Manaus

À espera de uma resposta sobre as negociações do acordo coletivo da categoria, 60 funcionários fizeram uma manifestação na porta do órgão, na manhã desta sexta (26) – foto: divulgação

À espera de uma resposta sobre as negociações do acordo coletivo da categoria, 60 funcionários fizeram uma manifestação na porta do órgão, na manhã desta sexta (26) – foto: divulgação

Um total de 60 funcionários do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) fizeram paralisação e um protesto, na manhã desta sexta-feira (26), em frente à sede do órgão, localizado na avenida André Araújo, bairro Aleixo, Zona Centro-Sul de Manaus.

Entre as reivindicações na pauta dos técnicos, pesquisadores e analistas, estavam o aumento de benefícios, a reposição salarial e o cumprimento de cláusulas do acordo coletivo de trabalho, além de melhorias na estrutura e segurança do prédio em que trabalham.

Segundo Jean Racene, presidente da Associação de Empregados da CPRM de Manaus (Assecma), a interrupção do expediente no turno matutino ocorreu em todas as sedes do órgão pelo Brasil.

“É uma data em que o CPRM iria dar uma resposta sobre as negociações do acordo coletivo.
Nós queremos o cumprimento de cláusulas desse acordo e a implementação de novos artigos. Também queremos melhorias no vale-alimentação e reposição salarial. Hoje, a empresa nos daria uma resposta, mas desde a semana passada disseram que não haverá negociação”, disse Racene.

Ainda de acordo com Jean Racene, cerca de 60 colaboradores que aderiram ao movimento não puderam comparecer ao ato por estarem participando do 47º Congresso Brasileiro de Geologia, que acontece em Salvador.

O superintendente do CPRM no Amazonas, Marco Antônio de Oliveira, destacou que as negociações entre os trabalhadores e a patronal estão sendo realizadas na cidade do Rio de Janeiro. “Já houve algumas reuniões e nós já realizamos uma proposta para os trabalhadores. Agora, tem que ver se eles vão aceitar ou não”, afirmou o superintendente.

O dirigente ressalta que uma nova rodada de negociações deve acontecer na semana que vem. Já sobre a paralisação desta sexta, Oliveira diz que o protesto é um direito dos servidores, mas informa que nenhuma atividade do órgão foi prejudicada por ela.

Por Equipe EM TEMPO

Comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais lidas

Subir