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Promessa amazonense luta por vaga na seleção olímpica

Aos 20 anos, Whitney Costa sonha com chance de entrar na seleção olímpica - Foto: Divulgação

Aos 20 anos, Whitney  está lutando por uma vaga na seleção olímpica – Foto: Divulgação

Carregando nome de celebridade e lutando, literalmente, para escrever seu nome na história do esporte amazonense, a atleta Whitney Costa embarca amanhã (10), para Aracajú (SE), onde vai disputar a seletiva nacional de karatê, e tentará realizar o sonho de para fazer parte da seleção brasileira. O evento será realizado no final de semana.

A representante do Amazonas foi convocada depois do excelente desempenho que teve no Campeonato Brasileiro de Karatê 2015, onde conquistou a medalha de bronze e o 4º lugar no ranking final. “Eu tinha condições de vencer, mas muita gente falou que eu iria perder feio e isso acabou afetando meu psicológico, entrei achando realmente que perderia e depois que me concentrei, consegui a medalha de bronze”, contou a karateca.

Para esta seletiva, a atleta conta que vem se preparando há dois meses e não esconde a confiança pela conquista do lugar mais alto do pódio. “Estou treinando duas horas por dia e antes de embarcar tenho consulta marcada com uma psicóloga. Estou bastante confiante, mas também sou muito pé no chão em tudo o que eu faço. Se Deus quiser, essa vaga já é do Amazonas”, afirmou Whitney.

Aos 20 anos, a faixa roxa explica que começou a praticar Karatê por incentivo do pai, aos 13. De lá para cá, a vida da atleta tem sido de constantes superações. “A minha casa fica em um bairro e a academia em outro. Minha filha ainda é pequena e depende de mim, então ela vai comigo todos os dias para os treinos”, disse Whitney, que sem saber que estava grávida de quatro meses da pequena Nicole Sofia, hoje com um ano e dois meses, disputou o Campeonato Brasileiro de Karatê em 2014 e trouxe para o Amazonas sete medalhas de ouro e uma de prata.

Além de dar conta da pequena Nicole, dos treinos e dos campeonatos, Whitney ainda consegue conciliar seu tempo para cursar a faculdade de Direito. “É tudo muito difícil, porque eu ainda estou desempregada, mas eu não me deixo abater. É no esporte que eu encontro forças para não desistir”, enfatizou a jovem atleta, que tem dois anos pela frente para ser chamada de doutora.

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