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Projeto de inclusão garante a Manaus o primeiro lugar no prêmio ‘Professores do Brasil’

O projeto vencedor foi implantado em maio deste ano no Cmei Caio Medeiros, localizado no Conjunto Habitacional Viver Melhor, na Zona Norte - foto: divulgação

O projeto vencedor foi implantado em maio deste ano no Cmei Caio Medeiros, localizado no Conjunto Habitacional Viver Melhor, na Zona Norte – foto: divulgação

O projeto ‘Mãos na roda: recreação inclusiva no espaço escolar da educação infantil’ garantiu a Manaus o primeiro lugar da 9ª edição do prêmio ‘Professores do Brasil’, categoria Pré-Escola/Educação Infantil, desbancando os estados de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e o Distrito Federal, que também concorriam ao prêmio.

A vencedora e única representante da região Norte é a professora Michelle Nunes da Silva, do Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Caio Carlos Frota de Medeiros.

Ela recebeu o prêmio em solenidade realizada em Brasília, juntamente com os vencedores de outras categorias. “Este projeto não está no papel, ele está sendo executado e muitas pessoas estão sendo beneficiadas. O mais importante e que nos deixa mais feliz é que conseguimos desmitificar algumas ideias sobre a inclusão no ambiente escolar. Com este projeto mostramos que isso é possível”, disse Michelle, ao agradecer pelo prêmio.

A premiação é uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC) e visa divulgar, valorizar as experiências pedagógicas e estimular os trabalhos de professores da rede pública que contribuam para a melhoria dos processos de ensino e aprendizagem em sala de aula de todo o País. Ao todo, a Semed inscreveu 39 projetos, garantindo a classificação de duas professoras da rede municipal de ensino para a fase seguinte do prêmio nacional.

Prêmio nacional
O projeto vencedor foi implantado em maio deste ano no Cmei Caio Medeiros, localizado no Conjunto Habitacional Viver Melhor, na Zona Norte. Centrado em três eixos temáticos com formações e palestras sobre saúde e cidadania destinadas à comunidade; educação inclusiva com momentos de interação e troca de experiência com professores da unidade; e a recreação inclusiva, com um parque recreativo adaptado, com escorregador, campo de futebol, gangorra, túnel para que todas as crianças possam brincar juntas.

O local foi construído com a colaboração da comunidade e feita com materiais reaproveitáveis como garrafa pet e pneu usado.

Com o projeto, mais de 40 crianças, sendo 20 da sala de recurso e 20 crianças da sala regular, foram beneficiadas, com atividades específicas e com um parque recreativo que beneficia todos os alunos com deficiência.

Com informações da assessoria

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