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Professora é assassinada durante assalto no conjunto Ajuricaba

Rocicleyde era natural do município de Novo Airão e estava com uma viagem marcada para Santarém hoje - foto: reprodução

Rocicleyde era natural do município de Novo Airão e estava com uma viagem marcada para Santarém hoje – foto: reprodução

A professora de geografia Rocicleyde Saraiva de Souza, 49, foi assassinada com um tiro no peito durante um assalto nas proximidades de sua residência, por volta, das 16h30 de ontem (5), na rua 10 do conjunto Ajuricaba, Zona Centro-Oeste de Manaus. A vítima ainda chegou a ser levada ao Serviço de Pronto atendimento (SPA) do Alvorada, mas já deu entrada na unidade morta. 

Os familiares informaram que Rocicleyde estava voltando da Escola Estadual Raimundo Gomes Nogueira, onde lecionava, na companhia de outra professora quando foram abordadas por dois homens, ainda não identificados, em uma moto armados com uma pistola. A vítima morava duas ruas ao lado.

Durante a tentativa de assalto Rocicleyde acabou levando um tiro no peito. A colega de Rocicleyde entrou em pânico e gritou, o que chamou a atenção dos vizinhos, que ainda socorreram a vítima e levaram em um carro até o SPA Alvorada, mas ao chegar na unidade, às 17h, já estava morta.

Uma das pessoas que socorreram a vítima o comerciante Marcio Clayton falou que o crime aconteceu quase em frente a sua residência dele. “Eu já ia colocar as cadeiras do meu lanche para fora, elas passaram e as cumprimentei de dentro de casa ainda. Uns cinco segundos depois ouvi o tiro e o grito de socorro,”.

O marido da professora que sobreviveu, o motorista Clodoaldo Cardoso, 60, contou que a trava da pistola usada no crime ficou jogada no local do crime. “Acho que os bandidos iam atirar na minha mulher também, mas a arma não funcionou mais depois do primeiro tiro”, declarou.

Rocicleyde era natural do município de Novo Airão (distante 180 quilômetros de Manaus) e estava com uma viagem marcada para Santarém nesta quarta-feira (6), onde iria passar uns dias de folga, segundo os familiares. Após a remoção do Instituto Médico Legal (IML) o corpo seria embalsamado para ser levado para Novo Airão onde será enterrado.

Por Joandres Xavier

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