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Professor é encontrado morto, com várias perfurações, dentro da própria residência, na Zona Centro-Sul de Manaus

Segundo a pericia o corpo estava com varias perfurações de arma branca pelo corpo - foto"Ana Sena

Segundo a pericia o corpo estava com varias perfurações de arma branca pelo corpo – foto: Ana Sena

O professor Waldo Melo Colares, 53, foi encontrado morto com várias facadas pelo corpo, por volta das 10h desta terça-feira (23), dentro do próprio apartamento, localizado na rua Nova, conjunto Vila Amazonas, bairro Nossa Senhora das Graças, Zona Centro-Sul de Manaus.

De acordo com capitão Bruno Deivyson , da 22ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), o corpo foi encontrado após populares sentirem um forte odor vindo da residência do professor. Os moradores do bairro avisaram os familiares da vítima, que foram ao local e encontraram o cadáver.

“Os familiares informaram que ele era homossexual e que o viram pela última vez na sexta-feira (19). Após serem avisados pelos populares sobre o forte odor que vinha da casa dele, a família foi ao local, chamou um chaveiro, entrou no imóvel e encontram o corpo jogado no chão. A vítima estava nua, com perfurações de arma branca”, disse o capitão.

Segundo a perícia, a vítima foi morta a facadas, porém a quantidade de perfurações não foi especificada, devido o corpo já está em avançado estado de decomposição.

Conforme a equipe de investigação da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), a polícia trabalha com duas hipóteses para o crime, uma de latrocínio (roubo seguido de morte), pois o celular da vítima foi levado, e a outra de crime passional, uma vez que o imóvel não tinha sinal de arrombamento, o que leva a polícia a acreditar que a vítima conhecia o autor.

Além do celular, a perícia aguarda a família identificar o que mais foi levado do imóvel. A casa estava toda revirada.

O caso inicialmente foi registrado 22º Distrito Integrado de Polícia (DIP), mas será investigado pela Delegacia de Homicídios e Sequestros (DEHS).

Por Mara Magalhães

Com informações de Ana Sena

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