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Procon-AM inicia fiscalização em empresas de ônibus e flagra irregularidades

Entre as irregularidades encontradas está a não utilização das plataformas para deficientes, devido à falta de manutenção - fotos: divulgação

Entre as irregularidades encontradas está a não utilização das plataformas para deficientes, devido à falta de manutenção – fotos: divulgação

O Programa Estadual de Proteção e Orientação ao Consumidor no Amazonas (Procon-AM) iniciou na madrugada desta quarta-feira (5) uma ação de fiscalização nas garagens das empresas que atuam no transporte coletivo da capital. A primeira a ser visitada foi a Global GNZ, localizada na avenida Grande Circular, bairro São José, Zona Leste.

Conforme a diretora do Procon-AM, Rosely Fernandes, entre as irregularidades encontradas na Global estão a não utilização das plataformas para acesso de deficientes, cujos elevadores estão praticamente em desuso por falta de manutenção, e as condições precárias de higiene nos coletivos.

Segundo Rosely Fernandes, alguns motoristas denunciaram que eles próprios têm de fazer a limpeza dos coletivos, embora a empresa declare que os veículos passam por higienização todas as noites.

“Um dos veículos também foi flagrado saindo para rodar sem a janela, o que é proibido”, acrescentou a diretora.

A Global GNZ possui 240 veículos que opera 13 linhas, a maioria atendendo aos usuários da Zona Leste. Conforme a gerente de RH da empresa, Carla Rodrigues, a fiscalização de hoje cedo será alvo de uma reunião de diretoria e somente depois a Global irá se posicionar.

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A direção do Procon-AM informou que o trabalho junto às empresas de ônibus em Manaus vai continuar por pelo menos mais 15 dias, até que todas as dez empresas que fazem parte do consórcio que atua na capital sejam fiscalizadas.

A intenção é verificar se a qualidade dos serviços prestados à população está em conformidade com o Código de Defesa do Consumidor e a legislação vigente, no que se refere à segurança, durabilidade e desempenho.

Os agentes avaliaram diversos itens, como a validade da documentação dos veículos, limpeza, segurança dos equipamentos, envolvendo a conservação dos pneus, saídas de emergência, presença de extintores de incêndio com prazo de validade correto, cinto de segurança para o motorista, acentos dos passageiros e janelas.

Outro item observado na fiscalização foi a acessibilidade aos usuários com deficiência (condições dos elevadores).

“Esse trabalho nas garagens já é o processo de conclusão do nosso procedimento administrativo preliminar. Após isso, vamos definir se concluímos com a assinatura de um termo de compromisso das empresas ou se enviamos ao Ministério Público, mas já há uma sinalização das empresas para a assinatura do termo”, explicou Rosely Fernandes.

Ela também disse que, ao final do processo, as empresas que não se adequarem podem ser multadas em valores que variam de R$ 200 a R$ 3 milhões.

“O que nós queremos é que as empresas se adequem, se moldem aos quesitos relacionados pelos Procon-AM”, disse Rosely Fernandes, lembrando que o assunto já foi alvo de uma reunião envolvendo as dez empresas que operam o transporte coletivo em Manaus, no dia 8 de julho.

Por equipe EM TEMPO Online

2 Comments

2 Comments

  1. alcilene

    4 de abril de 2016 at 21:03

    gostaria muito de fazer parte dessa empresa e colaborar com mão de obra e trabalho com satisfação

  2. charlston farias

    4 de abril de 2016 at 13:13

    Precisando de um trabalho para que possa Me ajudar e ajudar empresa . da o meu melhor fazer de boa vontade ao meu emprego .

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