Cultura

Prince sentia dores na garganta e no estômago, diz cozinheiro do músico

rince, encontrado morto há pouco mais de uma semana, no dia 21 de abril, vinha pedindo refeições mais fáceis de digerir e tentando tratar dores na garganta e no estômago- foto: divulgação

rince, encontrado morto há pouco mais de uma semana, no dia 21 de abril, vinha pedindo refeições mais fáceis de digerir e tentando tratar dores na garganta e no estômago- foto: divulgação

No palco, Prince ainda cativava plateias, como ficou claro em apresentações recentes na Austrália e na Califórnia. Ele chegou a promover uma festa em seu estúdio e, em seus últimos meses de vida, quase não dava sinais de que havia alguma coisa errada.

Mas, longe dos holofotes, não era bem assim. Prince, encontrado morto há pouco mais de uma semana, no dia 21 de abril, vinha pedindo refeições mais fáceis de digerir e tentando tratar dores na garganta e no estômago, revelou Ray Roberts, o chef particular do cantor.

A informação chega no momento em que a polícia investiga se Prince morreu de uma overdose e se algum médico havia lhe receitado remédios nas semanas antes de sua morte.

Ray Roberts, que cozinhava para Prince havia três anos, disse ainda ter notado outras mudanças nos hábitos alimentares do cantor. De acordo com o chef, Prince vinha comendo menos e bebendo menos água -além de parecer mais magro.

“Nos últimos dois meses, parecia que não era ele próprio. Acho que ele estava ficando doente com muita frequência”, disse Roberts.

Prince, que não comia carne, adorava pratos como beterraba grelhada e sopa de legumes com “harissa chermoula”, um molho de ervas da culinária norte-africana. Ray Roberts afirma que o artista vinha preferindo sucos e vitaminas.

O chef trabalhava na casa de Prince de segunda a sábado -às vezes também no domingo. O cantor também costumava levar o chef consigo em suas turnês.

Problemas de garganta e estômago não são incomuns no inverno do Estado americano do Minnesota, onde o cantor vivia. E, para os fãs de Prince, não havia por que suspeitar que algo estivesse errado.

Desde a morte do artista, seus admiradores têm elogiado sua energia no palco, em apresentações com voz e piano. Quem viu a apresentação final do músico, em seu estúdio, dizem que ele parecia mais cansado -mas nada que parecesse grave.

Por Folhapress

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