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Preso suspeito de envolvimento no sequestro e morte de jovem em 2015

Claudemir foi apresentado nesta segunda-feira (25) na sede da DEHS - foto: Ione Moreno

Claudemir foi apresentado nesta segunda-feira (25) na sede da DEHS – foto: Ione Moreno

Suspeito de participar da morte do jovem Bruno Barros Santos, 20, no dia 9 de setembro de 2015, Claudemir Pereira da Silva, 25, conhecido como “Mimi” foi preso na rua Tapi, do bairro Santo Agostinho, Zona Oeste, por volta das 19h da última quarta-feira (20). Claudemir foi apresentado na tarde desta segunda-feira (25) na sede da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS). 

De acordo com o delegado adjunto da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) Luiz Rocha, Claudemir é apontado como um soldado do tráfico na Zona Oeste e no momento de sua prisão foi constatado que o suspeito já tinha um mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas. Pelo menos mais cinco envolvidos no crime ainda são procurados.

A prisão foi realizada por policiais militares da 8º Companhia Interativa Comunitária (Cicom) que depois encaminharam o infrator até o 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP) onde foram realizados os procedimentos legais.

Segundo o delegado titular da DEHS, Ivo Martins, Bruno foi morto, no dia 9 de setembro de 2015, por volta das 19h30, na rua Professora Emília Cavalcante, antiga avenida Rio Negro, no bairro Santo Agostinho. O jovem estava com a namorada indo para o shopping Ponta Negra quando teve o carro bloqueado por mais dois veículos, de onde desceram homens encapuzados que renderam o casal e os coloram um em cada carro.

Momento depois do sequestro, a moça foi largada na avenida Brasil, área do bairro da Compensa. Porém, Bruno Nunca mais foi visto. Imagens de câmeras de segurança registraram na época o momento em que Claudemir abandonou o carro que pertencia a Bruno, na avenida Ramos Ferreira.

No dia 2 de novembro de 2015 foi encontrada uma ossada humana no bairro Tarumã, na Zona Oeste. A polícia presumiu na época que a ossada se tratava dos restos mortais de Bruno. No bolso de uma bermuda foi achada uma chave que abriu o cadeado da casa de Bruno. O crânio apresentava cortes de terçado. Exames de DNA confirmaram as evidências.

Pelo menos seis pessoas participaram do crime. A motivação seria o tráfico de drogas. Claudemir responderá por sequestro e homicídio qualificado. O mandado foi expedido pelo Juiz Henrique Veiga da 9º Vara Criminal.

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