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Presidente da Fifa é acusado de participação em negócios em paraíso fiscal

Nos registros, a Uefa concluiu acordos offshores com dirigentes acusados de corrupção, apesar da entidade ter negado anteriormente qualquer ligação com o caso.Nos registros, a Uefa concluiu acordos offshores com dirigentes acusados de corrupção, apesar da entidade ter negado anteriormente qualquer ligação com o caso - foto: divulgação

Nos registros, a Uefa concluiu acordos  offshores com dirigentes acusados de corrupção, apesar da entidade ter negado anteriormente qualquer ligação com o caso – foto: divulgação

Presidente da Fifa, o suíço Gianni Infantino está na relação de pessoas envolvidas em transação em offshores, contas abertas em paraísos fiscais. A informação é do diário inglês “The Guardian”.

De acordo com a reportagem do jornal, os arquivos levantaram dúvidas sobre a participação do dirigente em acordos realizados quando foi diretor jurídico da Uefa, entidade que rege o futebol europeu.

Nos registros, a Uefa concluiu acordos offshores com dirigentes acusados de corrupção, apesar da entidade ter negado anteriormente qualquer ligação com o caso.

Os documentos teriam sido coassinados por Infantino entre 2003 e 2006 e relacionam, pela primeira vez, a Uefa com uma das companhias envolvidas no caso de corrupção investigado pela Justiça dos EUA.

A Uefa rejeita ter qualquer participação direta, de seus funcionários ou seus parceiros de marketing com o caso.

A apuração internacional que revelou o caso que envolve Messi começou quando o jornal alemão “Süddeustche Zeitung” obteve 11,5 milhões de documentos sobre o escritório do Panamá e compartilhou os papéis com 376 jornalistas de 109 veículos em 76 países, todos ligados ao ICIJ (Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos), uma entidade sem fins lucrativos com sede em Washington, nos Estados Unidos.

No Brasil, a investigação foi conduzida pelo UOL, que faz parte do grupo Folha, pelo jornal “O Estado de S. Paulo” e pela Rede TV!. A série de reportagens foi batizada internacionalmente de “Panama Papers”.

Por Folhapress

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