Eleições 2016

Prefeituráveis de Manaus participam de debate da OAB e Arquidiocese

Debate contou com a participação de cinco candidatos a prefeitura de Manaus - foto: Marcio Melo

Debate contou com a participação de cinco candidatos à prefeitura de Manaus – foto: Marcio Melo

Com a presença de apenas cinco dos nove candidatos a prefeito de Manaus, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-AM) em parceria com a Arquidiocese de Manaus, realizou na noite desta terça-feira (20) um debate entre os candidatos, cujo principal protagonista era o público presente. O evento aconteceu no auditório do colégio Dom Bosco, Centro da cidade.

Estiveram presentes os candidatos José Ricardo (PT), Serafim Corrêa (PSB), Silas Câmara (PRB), Luiz Castro (Rede) e Professor Queiroz (Psol). Arthur Neto (PSBD), Marcelo Ramos (PR), Hissa Abrahão (PDT) e Henrique Oliveira (SD) faltaram ao debate.

O debate organizado pelas duas entidades tem a finalidade de firmar parcerias sociais e aproximar a Igreja Católica de Manaus ao Poder Executivo. “É de suma importância debatermos o melhor para nossa cidade, aos olhos dos que buscam união entre política e igreja”, contou a mediadora do debate, secretária do Instituto de Teologia de Manaus e irmã franciscana, Célia da Costa Santos, que iniciou a noite interrogando o “porque” da candidatura de cada prefeiturável.

“Nosso partido escolheu a mim e a professora Balieiro, para que disputássemos as eleições com a bandeira das cores do socialismo. A fim de que prosseguíssemos os projetos encalhados após a minha saída da prefeitura de Manaus”, disse Serafim Corrêa.

O petista José Ricardo enfatizou a importância da Igreja Católica para prefeitura: “Vejo de extrema necessidade a entidade está envolvida na prefeitura, por isso estou aqui”, disse o candidato, que tem ampla caminhada na Igreja Católica. “Precisamos ampliar a transparência e mostrar nosso orçamento a população”, acrescentou.

Diante da crise financeira que assola o Brasil, o candidato republicano, Silas Câmara garantiu sentir necessidade de melhoras em todos os departamentos responsabilizados pela prefeitura. “A minha candidatura resume-se à obrigação de tratar a educação, saúde e transporte público, algo já deteriorado na cidade Manaus”, frisou Câmara, que antes de seu pronunciamento, ouviu gritos de “golpista” de manifestantes que portavam faixas contra o deputado federal.

O Professor Queiroz destacou o incentivo dos movimentos sociais e classificou o presidente da República, Michel Temer, como golpista: “Em primeiro lugar ‘fora Temer’, a minha candidatura é coletiva, é um resultado da militância e compromisso coletivo do nosso partido”, disse.

Luiz Castro pregou seriedade na gestão municipal e a importância de se vencer o ciclo de corrupção instalado na cidade.

Por João Paulo Oliveira

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