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Preço do metro quadrado sobe 0,55% no Amazonas e vai a R$ 931,17

Valor registrado no Amazonas foi pressionado pela variação do preço dos materiais (+0,94%) e está bem acima da média nacional (R$ 923,58) – foto: Ione Moreno

Valor registrado no Amazonas foi pressionado pela variação do preço dos materiais (+0,94%) e está bem acima da média nacional (R$ 923,58) – foto: Ione Moreno

O custo da construção civil do Amazonas desacelerou em abril e apresentou variação de 0,55%. O resultado ficou 0,18 ponto percentual abaixo da taxa de março (0,73%), mas pontuou muito mais do que a marca registrada em abril do ano passado (0,21%).

Com isso, o preço do metro quadrado, que em março fechou em R$ 926,10, passou para R$ 931,17 em abril, bem acima da média nacional (R$ 923,58). Do valor apurado no Amazonas, R$ 544,54 são relativos aos materiais e R$ 386,63 à mão de obra.

Divulgados nesta sexta (8), os dados fazem parte do Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com a Caixa Econômica Federal.

No acumulado dos quatro meses iniciais de 2015, o custo do setor foi 1,68% maior. Nos últimos 12 meses a taxa situou-se em 5,41%, acima dos 5,05% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

A parcela dos materiais apresentou variação de 0,94% sobre o preço do metro quadrado, caindo 0,31 ponto percentual em relação ao mês anterior (1,25%). A mão de obra não registrou variação no mês, uma vez que ainda não ocorreu o dissídio da categoria. Os acumulados do ano são 2,95% (materiais) e 0,12% (mão de obra).

Nordeste e Bahia

Na média nacional, o custo do setor avançou 0,5% entre março e abril, 1,12% no acumulado de 2015 e 5,3% nos últimos 12 meses, levando o preço do metro quadrado para a marca dos R$ 923,58.

Com variação de 1,05%, a região Nordeste foi a que apresentou a maior alta em abril. O Norte ficou em segundo lugar (+0,14%), seguido pelo Sudeste (+0,33%), Sul (+0,40%) e Centro-Oeste (+0,01%). Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 934,02 (Norte); R$ 867,05 (Nordeste), R$ 960,19 (Sudeste); R$ 940,83 (Sul) e R$ 931,82 (Centro-Oeste).

Entre os Estados, a Bahia apresentou a maior variação (+3,31%), em virtude da pressão exercida pelo reajuste salarial do acordo coletivo da categoria.

Por equipe EM TEMPO Online

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