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Preço do gás de cozinha está mais em conta na Zona Sul de Manaus

Consumidores da capital terão que pesquisar antes de comprar o gás, caso queiram economizar – foto: divulgação

Consumidores da capital terão que pesquisar antes de comprar o gás, caso queiram economizar – foto: divulgação

O consumidor manauense que pretende economizar na hora de comprar o botijão de gás de cozinha deverá pesquisar bastante antes de realizar a aquisição. Em algumas zonas da cidade o reajuste sobre o preço do produto foi maior do que o determinado pela Petrobras e pelas distribuidoras locais.

Na semana passada, era possível encontrar um botijão de 13 quilos sendo comercializado a um preço, em média, de R$ 45. Porém, numa revendedora localizada na rua Emílio Moreira, no bairro Praça 14 de Janeiro, Zona Sul, o preço cobrado é de R$ 47.

Esse mesmo valor também pode ser encontrado em alguns estabelecimentos localizados na Zona Oeste. Na avenida Padre Agostinho Caballero Martin, no bairro São Raimundo, e na avenida da Compensa, situada no bairro do mesmo nome, os comerciantes, por exemplo, mantiveram um valor de revenda que obedece a porcentagem de 7% determinado pela distribuidora.

Por outro lado, o aumento no preço do botijão de gás anunciado pela Petrobras, na semana passada, pode ser notado na Zona Leste, onde o valor praticado é de R$ 50.

Já os consumidores da Zonas Centro-Oeste e Norte vão amargar um reajuste além dos 15% anunciados pela Petrobras na semana passada. Em algumas revendedoras do bairro Alvorada, o preço alcançou o valor de R$ 51.

No bairro Parque das Nações, na Zona Norte, o reajuste foi bem maior e obteve a pior alta registrada em Manaus até o momento. Em uma autorizada da Fogás, na avenida Argentina, o botijão de 13quilos, o mais usado em residências e pequenos comércios, o preço estabelecido pelo dono do estabelecimento é de R$ 52.

Na semana passada, o presidente da empresa Fogás, José Benchimol, afirmou que o repasse, em Manaus, seria de 7% e não de 15% como foi anunciado pela Petrobras. “Existem revendedores que cobram taxa de entrega e que só vendem na porta, então o preço será livre”, disse.

Insatisfação

Quem não gostou do reajuste foi o consumidor que utiliza  botijões de gás toda semana. “Não aguentamos tantos reajustes ”, disse Edméa Farias.

Comerciantes do ramo de alimentação afirmam que para não perder a clientela, o reajuste ficará por conta da casa e não afetará o bolso do consumidor.

“Vamos tentar segurar o preço da alimentação para não assustar o nosso público”, comentou o proprietário do restaurante Delícia dos Amigos, Brás Souza.

Por Gerson Freitas

Colaborou Joandres Xavier

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