Dia a dia

Polícia registra casos de agressão física e violência sexual nas Zonas Norte e Sul

Os casos foram registrados no 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP) - Foto: Divulgação

Os casos foram registrados no 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP) – Foto: Divulgação

Dois casos de violência contra mulher foram investigados por policiais da 27° e a 3ª Companhias Interativas Comunitárias (Cicoms) nesse domingo (28), nos bairros do Japim, Zona Sul, e no Novo Aleixo, Zona Norte de Manaus.  No primeiro caso, um pedreiro não identificado, de 44 anos, foi acusado de agredir a companheira na Zona Sul.

De acordo com a polícia ele chegou em casa bêbado, por volta das 18h e, após a vítima reclamar do seu estado, os dois discutiram e homem começou a agredi-la com murros. Para se defender a mulher pegou um cabo de vassoura e acertou a cabeça do companheiro, causando um ferimento. O homem revidou tentando golpeá-la com um terçado, mas em virtude de sua embriaguez, não conseguiu atingi-la. A mulher conseguiu fugir e acionou a polícia. Ainda segundo a vítima, o homem já  havia a agredido diversas vezes, mas somente agora ela prestou queixa contra o companheiro.

O caso foi apresentado no 1° Distrito Integrado de Policia (1°DIP), o pedreiro pagou a fiança e foi liberado.

No segundo caso de violência registrado, uma mulher, em depoimento, alegou ter sido convidada por um rapaz não identificado, que é amigo da família, para lanchar. No caminho da lanchonete, o rapaz teria alegado que tinha que passar em casa para pegar dinheiro. Ao chegarem na casa do autor, ele começou a se declarar e a tentar fazer sexo com a vitima, que foi ameaçada com um simulacro.

Após o ato, o autor ainda acompanhou a vítima até a residência dela. Logo após, a vítima acionou os policiais da 27ª Cicom e os levou até a casa do autor, onde ele alegou ter praticado sexo com a vítima com seu consentimento. Na casa do rapaz, foi encontrado o simulacro.

O rapaz será levado para a Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, onde irá permanecer à disposição da Justiça.

Por Daniel Prestes

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