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Poder público se esforça para conter bullying em instituições escolares

Apesar dos esforços para coibir e combater a violência física e psicológica entre crianças e adolescentes, os casos de bullying continuam acontecendo com frequência em Manaus. O poder público tem procurado atuar na criação de projetos e instituição de leis que estabelecem campanhas com ações permanentes em escolas particulares e públicas.

Conforme dados da Gerência de Programas, Projetos e Atendimento do Escolar (Geppae) da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), 42 casos de violência foram registrados nas escolas da rede estadual, em 2014. Neste ano, o número de ocorrências ainda não foi fechado. Já a Secretaria Municipal de Educação (Semed) não possui um número de casos de bullying.

A última situação repercutida em Manaus foi a de uma adolescente de 14 anos, estudante do ensino médio da rede pública, que após sofrer com diversos apelidos maldosos em sala de aula, pediu à mãe que fosse transferida para outra unidade.

Vendo o sofrimento e perseguição à filha, a mãe da estudante recorreu à Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), em busca de ajuda.

O pedido foi recebido pelo presidente da Comissão de Jovens, Crianças e Adolescentes, da casa legislativa, deputado Carlos Alberto (PRB), que intermediou a transferência da adolescente para outra escola, inclusive, mais próxima da casa da vítima. Conforme Carlos Alberto, a adolescente também recebeu acompanhamento de psicólogos e apoio de assistentes sociais.

 

Cyberbullying

A adolescente de 14 anos que foi transferida de escola por não suportar mais ouvir ofensas e apelidos pejorativos por parte dos colegas também foi vítima de outra modalidade de assédio: o cyberbullying. Assim como ajudou a propagar os malefícios que o bullying causa às crianças e adolescentes, a internet também abriu mais uma porta para os agressores.

Para combater a violência na esfera digital, a vereadora Therezinha Ruiz (DEM),emplacou em março deste ano, uma lei que prevê a campanha permanente de combate ao bullying, além da distribuição de materiais informativos nas

Instituições escolares

“Precisamos mais do que nunca intensificar as ações nas escolas, pois muitos alunos são afetados com esse tipo de comportamento agressivo e intimidador por parte de colegas. Uma pessoa que é vítima dessas práticas passa por grandes traumas. Há alunos que perdem o interesse em frequentar a escola, e a família deve estar atenta a essa mudança comportamental, para não prejudicar o desempenho escolar”, observa a vereadora.

 

Por Cecília Siqueira

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