Política

Plenário da CMM aprova investigação contra Wilker Barreto por assédio moral

Wilker sugeriu que Comissão de Ética investigue sua atitude contra Joana D’Arc- Arthur Castro

O plenário da Câmara Municipal de Manaus (CMM) aprovou, nesta segunda-feira (5), o requerimento de autoria do presidente do Poder Legislativo Municipal, Wilker Barreto (PHS), que solicita a instauração de procedimento de investigação na Comissão de Ética para apurar suposta prática de assédio moral e psicológico praticada por ele contra a vereadora Joana D’Arc Protetora dos Animais (PR).

O documento, aprovado com votos contrários dos vereadores Plínio Valério (PSDB), William Abreu (PMN) e Chico Preto (PMN), e já encaminhado à Comissão de Ética para o início do processo investigatório, tem como objetivo apurar denúncias relatadas pela vereadora nas redes sociais e noticiadas pela imprensa.

No documento, Wilker Barreto solicita que as providências sejam tomadas de maneira célere, transparente e que todas as notas taquigráficas e gravações das sessões da CMM, do ano de 2017, sejam remetidas ao Conselho de Ética para apurar as supostas práticas.

“Estou fazendo esse procedimento de forma tranquila e serena. Acredito que o presidente da Comissão de Ética, Wallace Oliveira (PTN) possa ter tranquilidade de elucidar os fatos”, disse Barreto.

Vereadora não acredita na isenção da Comissão de Ética – Tiago Corrêa/CMM

Joana D’Arc

Em sua fala, a vereadora Joana D’Arc considerou o requerimento do presidente equivocado e colocou em dúvida a competência da Comissão de Ética para investigar assédio moral. Justificou, ainda, que a Comissão de Ética é formada apenas por homens.

O presidente da Comissão de Ética, Wallace Oliveira assegurou, por outro lado, que vai trabalhar com todos os parâmetros necessários e com discernimento. O vereador disse entender que os excessos devem ser tratados e norteados e que todos aprendam com o ocorrido e que à frente desse trabalho terá toda a isenção que cabe o caso.

“Não vejo outra forma de agir, senão recorrer a Comissão de Ética”, afirmou. Professora Jacqueline também acredita que o fato, pela repercussão que tomou, precisa ser esclarecido para que não fique parecendo uma agressão contra a mulher. “Não precisamos nos vitimizar. Somos iguais nos direitos e nos deveres”, lembrou.

Com informações da assessoria

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