Política

Plano econômico irá gerar reestruturação do governo, diz Melo

Planejamento foi discutido, na última semana, com secretários de Estado e dirigentes do Executivo. Estudo está sendo feito pela Seplan-CTI – Foto: Divulgação

Planejamento foi discutido, na última semana, com secretários de Estado e dirigentes do Executivo. Estudo está sendo feito pela Seplan-CTI – Foto: Divulgação

O governador José Melo (Pros) reuniu, na última semana, todos os gestores da administração direta e indireta do Executivo para traçar as diretrizes de um plano macroeconômico do Estado para este ano.

Melo afirmou que o plano envolve a reestruturação de secretarias, pois a “máquina administrativa terá que trabalhar a toque de caixa”. “Os secretários terão que se reinventar, quebrar paradigmas. Têm que modernizar as secretarias porque isso implica reduzir custos sem quebrar os serviços”, afirmou Melo. “Não dá mais para falar de modernidade praticando atos de gestão que foram trazidos por Pedro Vaz de Caminha. Então, nosso trabalho é voltado para modernizar o Estado, para reduzir os custos a fim de garantir as atividades”, disse.

De acordo com o governador, o plano tem como função atrair mais empresas com informações específicas sobre o potencial do modelo Zona Franca de Manaus (ZFM) e da biodiversidade como estratégia do governo do Estado para driblar a crise econômica, garantir investimentos e gerar emprego e renda no Amazonas.

“Os investidores terão disponível um programa de computador com dados sobre a economia do Estado, logística e vantagens fiscais”, disse.

O plano macroeconômico inclui ações em curto, médio e longo prazo. Segundo o governador, a Secretaria de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Seplan-CTI) está realizando um estudo para identificar o potencial produtivo da mineração e piscicultura, por exemplo, para apresentar aos investidores.

Com o plano, o governo espera compensar a redução nos recursos próprios disponíveis para projetos de políticas públicas. José Melo disse que o Estado investirá R$ 800 milhões, este ano, em projetos que já tiveram contratos firmados. Parte dos contratos  é financiada com recursos de empréstimos junto ao Banco do Brasil (BB) e à Caixa Econômica Federal.

Por Gerson Freitas

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